segunda-feira, 30 de julho de 2012

Receita da Semana











Pavê de Paçoca
(Receita enviada por Viviane Scherrer)


Ingredientes:
Bolacha maizena
Duas latas de leite condensado
Uma caixinha de creme de leite
Duas colheres de margarina
15 unidades de paçocas do tipo rolha
Leite para molhar a bolacha

Modo de Fazer:
Em uma panela, coloque as 2 latas de leite condensado, as 2 colheres de margarina e as paçocas esfareladas (de 10 a 12 unidades) Reserve algumas paçocas para decorar o Pavê.
Deixe cozinhar no fogo baixo e mexendo, até dar o ponto de brigadeiro (desgrudar da panela). Depois, apague o fogo e acrescente o creme de leite. Mexa até ficar homogêneo. Reserve.
Em um prato, coloque um pouco de leite e umedeça as bolachas, arrume em uma travessa. Por cima da camada de bolacha, coloque uma camada do recheio, sempre alternando com uma camada de bolachas. Umedeça bem as bolachas para que o pavê não resseque demais, depois de gelado.
Termine de arrumar na travessa, colocando a ultima camada de recheio. Esfarele as paçocas restantes por cima, para enfeitar e leve à geladeira de um dia para o outro para gelar. Sirva à vontade!

Versículo da Semana













“Confia ao Senhor as tuas obras e os teus desígnios serão estabelecidos.“

(Pv. 16:3)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Pare de Reclamar








Pare de Reclamar!



Todas nós temos a tendência de reclamar quando algo nos contraria ou nos desagrada. O mundo inteiro parece estar reclamando de alguma coisa em determinado momento. Porém, cada uma de nós pode tomar a decisão de agir de outra forma e de ser mais positiva e a mensagem dessa semana foi inspirada pela escritora norte-americana J. Meyer e apresenta algumas sugestões bem simples e práticas para vencermos a reclamação.

A Bíblia nos ensina em I Tessalonicenses 5:18 a sermos gratas em tudo, pois essa é a vontade de Deus para nós:
“Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”

Além disso, sabemos que reclamar não muda as circunstâncias, muito pelo contrário, a reclamação cria uma atmosfera negativa ao nosso redor, onde o diabo encontra oportunidade para trabalhar, trazendo destruição em nossas vidas e em nossos relacionamentos.

Sendo assim, a autora nos desafia a adotarmos algumas atitudes positivas, gradativamente, no nosso dia-a-dia, visando a enfraquecer essa postura pró-reclamação. Ela nos dá as seguintes opções:
  • Podemos reclamar do que não podemos fazer, ou podemos fazer aquilo que está ao nosso alcance fazer.
  • Podemos reclamar da situação da sociedade onde vivemos e desejar que alguém faça alguma coisa a respeito, ou podemos orar.
  • Podemos reclamar daquilo que não temos, ou podemos ser gratos pelo que temos.
  • Podemos encontrar erros nos nossos amigos e na nossa família, ou podemos agradecer a Deus por não estarmos completamente sós na vida.
  • Podemos reclamar do trabalho que temos, ou podemos agradecer a Deus por termos um trabalho.
  • Podemos reclamar do trânsito, ou podemos ser gratos a Deus por termos um carro, quando muitos estão indo de ônibus ou a pé todos os dias para onde precisam ir.
  • Podemos reclamar do tempo, ou podemos agradecer a Deus por termos saúde suficiente para sairmos de casa.

Muitos de nossos problemas podem ser resultado de reclamações, ao invés de um coração grato à Deus. Portanto, a próxima vez que você for tentada a reclamar de algo ou de alguém, lembre-se que isso não lhe trará nenhum benefício, além de ser uma perda de tempo enorme. 

Dica de Filme













Título: Tomates Verdes Fritos


Diretor: Jon  Aynet


Elenco: Kathy Bates (Evelyn Couch); Mary Stuart Masterson (Idgie Threadgoode); Mary Louise Parker (Ruth Jamison); Jessica Tandy (Ninny  Threadgoode); Cicely Tyson (Sipsey); Chris O’Donnell (Buddy  Threadgoode); Stan Shaw (Big George); Gailard Sartain (Ed Couch); Timothy Scott (Smokey Lonesome).


Sinopse: Evelyn Couch (Kathy Bates) é uma dona de casa emocionalmente reprimida, que habitualmente afoga suas mágoas comendo doces. Ed (Gailard Srtain), o marido dela, quase não nota a existência de Evelyn. Toda semana eles vão visitar uma tia em um hospital, mas a parente nunca permite que Evelyn entre no seu quarto. Em uma ocasião, enquanto ela espera que Ed termine sua visita, Evelyn conhece Ninny Threadgoode (Jessica Tandy), uma debilitada, mas gentil senhora de 83 anos, que ama contar histórias. Através das semanas, ela faz relatos que estão centrados em duas jovens, Idgie (Mary Stuart Masterson) e Ruth Jamison (Mary-Louise Parker), que provocam a ira dos cidadãos menos tolerantes de Whistle Stop. Mas elas fazem um tomate frito que é conhecido como uma iguaria por todos da região. Assim, cativam até os mais hostis, como também a senhora Evelyn Couch, que ouve a história e a partir de então resolve mudar algumas coisas em sua vida.

Receita da Semana










Salada Amalfitana
(Receita enviada por Cláudia Levin)

Ingredientes:
Uma cebola roxa
Erva Doce (fresca)
Um Pepino
Três laranjas
Um dente de Alho
Sal
Azeite
Vinagre

Modo de Fazer:

Corte em tiras finas uma cebola roxa e deixe de molho na água gelada enquanto prepara o resto (assim não fica o gosto da cebola no hálito); corte em tiras finas uma erva-doce, (excelente pra saúde e deliciosa na salada!); corte em tiras finas um pepino com a casca. Corte gomos sem semente de 3 laranjas daquelas de casca bem laranjinha mesmo, que são mais doces e suculentas; reserve as laranjas. Misture bem a cebola, erva doce e pepino em tiras com um dente de alho pequeno espremido. Guarde na geladeira alguns minutos com cubos de gelo para a salada ficar ainda mais crocante. Depois misture com as laranjas (aproveito o caldo que saiu delas quando cortadas), sal, uma colher de sopa de azeite e uma de um bom vinagre. Hummmmmmmmm melhor que isso só comendo na costa Amalfi olhando pro mar!

Versículo da Semana








“Em todo tempo ama o amigo e na angústia se faz o irmão.”

(Pv. 17:17)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Aprender a Ser Feliz (Parte V)









Como disse Shakespeare: “O pôr do sol e a música final, assim como o último pedaço de doce, ordenam mais a memória do que as coisas há muito passadas”. Pois bem, nossa série de estudos sobre o tema Aprender a Ser Feliz se encerra aqui, com uma breve reflexão sobre nossa memória e as previsões que fazemos do futuro.

Estudos comprovam que tentamos repetir as experiências das quais nos lembramos com prazer e orgulho, e tentamos evitar a repetição daquelas que nos trazem arrependimento e lembranças de situações constrangedoras. Afinal, a memória tem peculiaridades que a levam a representar o passado equivocadamente e, em função disso, imaginar o futuro da mesma forma.

A freqüência com que passamos por uma experiência não determina exclusivamente a facilidade com que vamos nos lembrar dessa experiência no futuro. Aliás, as experiências que não são freqüentes e, que não são comuns, estão entre as mais memoráveis. Um exemplo disso é a pessoa lembrar-se com facilidade em que lugar estava no dia 11 de setembro de 2001, contudo, ter dificuldade de lembrar o nome do restaurante onde jantou na noite anterior.

Portanto, preste bem atenção: o fato de que a experiência menos provável é sempre a lembrança mais provável pode arruinar nossa capacidade de prever experiências futuras.
Temos a tendência de nos lembrarmos dos melhores e dos piores momentos e esquecermos-nos dos momentos mais prováveis de acontecer. O fetiche que a memória tem pelo desfecho das situações explica, por exemplo,  por que as mulheres acham que sentiram menos dor ao dar a luz, e por que um casal cuja relação se tornou amarga acha que, desde o início, já não era feliz. O fato de sempre avaliarmos o prazer de uma experiência em função de seu final, pode nos levar a fazer escolhas curiosas.

Isso se deve ao fato de que nosso cérebro usa fatos e teorias para criar hipóteses sobre eventos passados e também usa fatos e teorias para criar hipóteses sobre sentimentos passados. E, quando a teoria está errada, acabamos nos confundindo em nossas lembranças. Você percebe isso quando superestima a felicidade que vai sentir no dia do seu aniversário, ou quando subestima como vai se sentir nas manhãs de segunda-feira. E o pior de tudo é que fazemos essas previsões mundanas e incorretas, incessantemente.

Enfim, podemos concluir que a memória que temos das emoções é extremamente influenciada por eventos incomuns, momentos finais e teorias sobre o deveríamos ter sentido lá atrás, coisas que comprometem seriamente nossa capacidade de aprender com nossa própria experiência. Logo, a prática, pelo que parece, nem sempre leva à perfeição. Afinal, nós somos nossas memórias!

Existe um consenso de que a capacidade que temos de nos projetar no tempo e experimentar as coisas antes que elas aconteçam nos permite aprender com nossos erros antes de cometê-los e avaliar nossas ações, antes de efetuá-las. Contudo, vimos nos estudos dessa série que nossa capacidade de simular nosso “eus” futuros e as circunstâncias que encontraremos lá na frente, está longe de ser perfeita. Quando imaginamos as circunstâncias futuras, usamos detalhes que não vão se realizar e deixamos de fora outros que irão se realizar. No caso dos sentimentos, ao pensarmos no futuro, encontramos uma série de dificuldades em esquecer como estamos nos sentindo agora e em reconhecer o que pensaremos das coisas que podem acontecer mais tarde.

Voltando ao nosso tema, devemos admitir que não existe uma fórmula simples para encontrar a felicidade, mas, se nosso grandioso cérebro não nos permite fincar o pé com tanta segurança no futuro, ele nos permite entender por que tropeçamos...



Nota: todos os estudos da série Aprender a Ser Feliz foram retirados do livro intitulado “O que nos Faz Felizes”de Daniel Gilbert.