sábado, 9 de maio de 2020
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Entrando no clima de Natal!
Caras
leitoras, o mês de dezembro me encanta! Ver a cidade toda enfeitada, os corais
cantando cânticos tradicionais de Natal, as pessoas se confraternizando,
bazares natalinos e ações beneficentes, dentre tantas outras coisas! Que clima
gostoso, vocês não acham?
Na
nossa família, costumamos enfeitar a casa com os símbolos tradicionais do
Natal: árvores, guirlandas, presépio e até um Calendário do Advento não podiam
faltar. Lembro que as bolas do pinheirinho, quando eu era criança, eram muito
frágeis e eu, sem ser muito habilidosa e
ainda por cima, tremendo, fui responsável pelo sumiço de muitas delas!
Quando
meus filhos nasceram, continuei com essa tradição e eles até hoje, mesmo
morando sozinhos, curtem enfeitar a casa para o Natal. Fico muito feliz, principalmente,
ao vê-los entender e vivenciar o verdadeiro sentido do Natal, sem necessidade
de privação de todo esse clima gostoso do Natal.
Eles
sabem que Papai Noel não existe, mas, durante a infância deles, achavam o máximo receber os presentes das
mãos de algum parente fantasiado de Papai Noel. Era muito engraçado esse
momento, pois, com o passar do tempo, mais do que a brincadeira da chegada do
Papai Noel, as crianças maiores também curtiam adivinhar quem era o parente
fantasiado. Era bem legal!
Esse
ano, estamos experimentando nosso primeiro Natal em uma outra cidade, na nossa
própria residência. Já colocamos a árvore e as luzes na lareira e na varanda.
Ainda faltam alguns detalhes, mas, acredito que, até o início de dezembro, já estaremos com a decoração completa.
Além
da decoração, costumo ouvir CD’s de Natal durante esses dias que antecedem o
dia vinte e cinco de dezembro. Isso me faz pensar no grande presente que foi o
nascimento de Jesus e me faz ficar emocionada, todo ano, de uma forma especial.
Não
canso de agradecer a Deus por me ter permitido nascer de uma mãe temente à Ele
que, desde pequena, orava por mim e comigo. Por ter uma avó que não me deixava
dormir, nem acordar de manhã, quando dormia em sua casa, sem fazer o Culto
Doméstico, ler a Bíblia e orar. Puxa! Que grande privilégio!
Tantas
pessoas comentam que não curtem o Natal, nem as festas de final de ano... Uma
pena. Muito provavelmente tiveram uma referência negativa nessa ocasião e
acabaram associando essa data com momentos de tristeza. Não sei...
Ainda
existem aquelas pessoas que só curtem a parte associada ao comércio: receber e
dar presentes. O Natal delas fica bem restrito e privado do sentido real dessa
festa.
Enfim,
desejo que vocês se preparem para o dia de Natal com alegria e muita gratidão a
Deus por esse presente tão Maravilhoso que é Jesus, adornando tanto suas casas
quanto seus corações com o brilho dessa Criança Divina.
Dica de Filme
Título: O
Coro
Direção:
François Girard
Elenco: Garret Wareing; Dustin Hoffman; Kathy Bates; Josh
Lucas; Debra Winger; Erica Piccininni; Kevin McHale
Sinopse:
Stet (Garrett Wareing), um confuso
garoto-problema de 11 anos de idade, sofre com a recente morte de sua mãe
solteira em um acidente de carro. Ele acaba em um internato, onde ele se sente
um peixe fora d'água. Logo, ele bate de frente com o maestro do coral do
colégio, Carvelle (Dustin Hoffman), que reconhece algo especial na voz de
Stet. O professor vai influenciá-lo a
descobrir seu dom criativo na música e o jovem rebelde vai provar que consegue
atingir os padrões exigidos para participar do coral, orgulho da famosa escola.
Receita da Semana
Charuto
de Repolho com Carne Moída
(Receita
retirada do site All Recipes)
Ingredientes:
- 450 gramas de carne moída
- 450 gramas de linguiça moída
- Uma cebola bem picadinha
- 140 gramas de arroz branco cru
- Uma xícara (240 ml) de água
- Sal a gosto
- Pimenta-do-reino em pó a gosto
- Uma cabeça grande de repolho
- 900 g de chucrute
Modo de Fazer:
Misture numa tigela a carne, a linguiça, a cebola,
o arroz, a água, sal e pimenta à gosto.
Separe umas quinze folhas de repolho e cozinhe em água fervente por dois minutos. Retire, escorra e reserve.
Recheie as folhas de repolho com a carne,
enrole, dobre as pontas para dentro e prenda com um palito de dente.
Faça uma camada de chucrute no fundo de uma
panela grande e coloque os charutos sobre ela. Cubra com o chucrute restante,
coloque água o suficiente para cobrir e deixe cozinhar em fogo baixo por 90
minutos. Sirva em seguida.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Que venham os cinquenta!
Caras leitoras, estou cada
dia mais próxima de completar cinquenta anos e, querendo ou não, essa idade
mexe bastante com a gente. Se você já
chegou lá, sabe do que estou falando.
Penso que a melhor forma de
entrar nessa fase da vida é preparando a mente para curtir todas as novidades que essa idade nos reserva. No meu caso, assistir filmes, ouvir palestras, participar de
cursos e ler artigos ou livros sobre o tema, estão me ajudando a me preparar de
forma mais racional e menos intuitiva nessa direção.
Sempre que visito uma
livraria, procuro livros sobre esse tema ou sobre longevidade.
Sintomático,
não?
Essas leituras são bastante
positivas, no meu caso, pois trazem dicas de saúde, de beleza, conselhos
pessoais e, sobretudo, muitos depoimentos
de pessoas que chegaram lá e estão
curtindo a nova fase da vida.
O ultimo livro que li, de
autoria de uma jornalista norte-americana, Suzanne Braun Levine, trata dessa
fase da vida denominando-a de “segunda adolescência” e é direcionado às
mulheres, de uma forma geral.
A leitura do livro é bastante fácil e agradável.
Terminei a leitura em duas sentadas.
Como gostei do que li,
resolvi transcrever a Sinopse desse livro e compartilhá-la com vocês:
Uma
"segunda" chance para viver, ser feliz e ter prazer - devem ser estes
os parâmetros, segundo a jornalista Suzanne Braun Levine, de quem, como ela
própria, passa pela "segunda adolescência", época que compreende dos
quarenta aos sessenta anos de idade.
Se
para muitas, o fim da fase de cuidados com os filhos e a aposentadoria trazem
uma sensação de vazio, Levine mostra, em "A Reinvenção dos Cinquenta -
Lições para Mulheres na Segunda Adolescência", que é a hora de
desmistificar e encarar esta nova etapa: descobrir novos interesses ou até
reencontrar os que já estavam esquecidos.
Com
experiência em analisar os temas femininos na revista "Ms", o
principal veículo do feminismo norte-americano, do qual foi a primeira editora,
entre 1972 e 1988, a autora trata da maturidade como o auge da felicidade, um
período a não ser desperdiçado em uma luta vã pela busca da juventude.
Com
depoimentos das atrizes Jane Fonda e Isabella Rossellini, entre outras, Suzanne
Braun capta a voz de mulheres que enfrentaram mudanças, renegociaram seus
relacionamentos e descobriram que, afinal, só começaram a viver plenamente
quando chegaram à menopausa, vislumbrando ainda um quarto de século de vida
pela frente.
Vale a leitura!
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