quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Receita da Semana














Frango com Ora-Pro-Nóbis
(Receita retirada do site Bemfeitinho)

Ingredientes:

  • Dois Kg e meio de frango em pedaços
  • Seis dentes alho amassados
  • Um limão
  • Uma colher (sopa) de colorau
  • Uma xícara óleo de soja
  • Dois tabletes de caldo de galinha
  • Dois maços de ora-pro-nóbis (sem talo)
  • Sal a gosto


Modo de Fazer:

Lave bem o frango com limão e reserve.

Coloque o alho e o óleo em uma panela e junte o colorau.

Refogue o frango até dourar.

Cubra a panela com água, junte o caldo de galinha e deixe ferver, até cozinhar bem.

Corrija o sal.

Misture o ora-pro-nóbis, tampe a panela por cinco minutos, sem mexer.

Sirva com arroz e angu.

Versículo da Semana














 

“Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles.”

(Jó 14.5)

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Estresse e a Seleção do Brasil (Parte IV)















Caras leitoras, o Post dessa semana traz a última parte do artigo publicado pelo Dr. Vladimir Bernik sobre o Estresse.

Iniciamos uma série de Posts sobre esse tema, inspirados no "apagão" da seleção brasileira na Copa de 2014, mas, sabemos que o estresse vem fazendo inúmeras vítimas na sociedade atual e merece nossa atenção.

Portanto, após nos aprofundarmos em muitos aspectos interessantes que envolvem o estresse, vamos, finalmente, conhecer algumas sugestões práticas de como combatê-lo, de forma mais consciente. 


Estresse: O Assassino Silencioso (Parte IV)


Como Diminuir o Estresse ?

Em um excelente artigo sobre estresse, principalmente no trabalho (e a maior parte de nós trabalha), o psiquiatra Cyro Masci sugere medidas profiláticas iniciais, secundárias e terciárias. Mas, em resumo, quando possível, devemos parar para pensar; para nos darmos a liberdade de termos um tempo para refletir sobre cada um de nós e seus esquemas pessoais, familiares, sociais, de trabalho, de estudos e até econômico-financeiros. 

Devemos reformular a vida, procurando reduzir as áreas geradoras de estresse. Um bom psiquiatra pode nos ajudar nesta tarefa.

Muitas vezes haverá a necessidade de uso concomitante de um tratamento medicamentoso, geralmente através dos modernos antidepressivos serotoninérgicos (ISRS) com ou sem ansiolíticos e/ou beta-bloqueadores por um tempo definido: começo, meio e fim.

Quando já existe um quadro orgânico instalado, desde uma simples gastrite a asma ou alteração cardiorrespiratória, a busca de atendimento clínico é fundamental. A correção da alteração clínica é imprescindível. E esta pode ir de um simples a complexo tratamento ou resumir-se somente às necessárias mudanças do modo de viver, incluindo lazer ou uma pequena prática esportiva constante (porque não uma caminhada diária?, que faz bem a qualquer um de nós).

Mas, a principal atitude ainda é um alerta ao modo de viver e de trabalhar com as vivências e com as emoções que a vida nos proporciona. E aí está verdadeira e milenar sabedoria.






DR. VLADIMIR BERNIK, Médico psiquiatra (pela AMB/ABP e pelo CFM). Coordenador da Clínica de Estresse de S. Paulo. Ex-Professor Regente de Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas de Santos (até 1995). Consultor do Comitê Centre for Health Economics da Organização Mundial da Saúde junto à Universidade de York. ex-presidente da Sociedade de Hipnose Médica de São Paulo e ex-vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose. Médico do Trabalho (MTb - 1982) e integrantes da primeira turma de Especialistas em Medicina do Trabalho da AMB/ANAMT (janeiro de 1984). Ex-médico perito do Instituto Médico Legal de S. Paulo e perito judicial. Autor do "Primeiro Curso de Psiquiatria para o Médico Clínico" e de mais 158 trabalhos científicos. publicados.

Dica de Leitura













Título: O Diário de Anne Frank

Autor: Anne Frank

Editora: Record

Ano: 1947

Número de Páginas: 349

Receita da Semana






 


Panquecas Integrais de Alfarroba
(Receita retirada do site My Taste)


Ingredientes:


  • Oito colheres de sopa de farinha integral
  • Duas colheres de sopa de farinha de alfarroba
  • Um ovo
  • Trezentos ml de leite
  • Duas colheres de sopa de açúcar
  • Uma colher de café de Pó Royal
  • Uma pitada de sal


Modo de Fazer:

Junte a farinha integral e a farinha de alfarroba em uma travessa.

Passe essa mistura pela peneira.

Acrescente o Pó Royal, o sal e o açúcar.

Misture bem e vá juntando, aos poucos, o leite, até a mistura ficar homogênea.

Assar em uma frigideira antiaderente, levemente untada com óleo.

Deitar uma concha da massa, de cada vez, no tamanho desejado da panqueca.

Quando criar bolhas, pode virar.

Sirva quente.

Versículo da Semana









 "No mundo tereis aflição, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo."

(João 16:33)

sábado, 26 de julho de 2014

Estresse e a Seleção do Brasil (Parte III)









Caras leitoras, daremos prosseguimento ao artigo do Dr. Vladimir Bernik sobre Estresse.

Caso nos perguntassem se conhecemos alguém “estressado”, logo citaríamos uma dezena de nomes de pessoas conhecidas que sofrem desse mal. Não me admiraria estarmos incluídas nessa lista...

Portanto, vamos ler o restante do artigo e entender um pouco mais sobre Estresse.

Estresse: O Assassino Silencioso (Parte III)

Problemas Causados pelo Estresse:

O estresse pode ser causador e/ou agravador de uma série de doenças, que vão da asma, às doenças dermatológicas, passando pelas alérgicas e imunológicas; todas elas relacionadas de alguma forma à ativação excessiva e prolongada do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal.

Na área do sistema digestivo, é sabido por todos que o estresse pode desencadear desde uma simples gastrite, até uma úlcera: o famoso cirurgião Alípio Corrêa Neto, da USP e da Escola Paulista de Medicina (hoje Universidade Federal de São Paulo), dizia que se alguém afirmasse, há 20 anos atrás, que a úlcera péptica era psicossomática (leia-se somatoforme), ririam dele; hoje, se deixasse de dizê-lo, ririam dele.

Mas, é principalmente a nível de coração, ou mais precisamente, a nível das coronárias, que o estresse pode ser um matador silencioso.

Uma ativação repetida e crônica do sistema nervoso autônomo, numa pessoa que já tenha problemas de lesão da camada interna das arterias coronárias (aterosclerose), provocadas por fumo, gordura excessiva na alimentação, obesidade ou colesterol elevado, etc., vai levar a muitos problemas, tais como: diminuição do fluxo sangüineo adequado para manter a oxigenação dos tecidos musculares cardíacos (miocárdio). Isso leva à chamada isquemia do miocárdio, que é acompanhada de dores no coração (angina), principalmente quando se faz algum esforço, e até ao infarto do coração (ataque cardíaco), provocado pela morte das células musculares do coração, por falta de oxigênio. A adrenalina tem o poder de contrair esses vasos, agravando o problema de quem já os tem com o diâmetro reduzido pelas placas. O resultado para essas pessoas pode ser até a morte, que muitas vezes acompanha um estresse agudo.

Outros problemas comuns são a ruptura da parede dos vasos enfraquecidos pela placa aterosclerótica, ou a trombose (entupimento completo do vaso coronariano). Um pequeno coágulo (trombo) pode desencadear uma cascata de coagulação, que também pode levar à morte. O nível elevado de adrenalina também pode provocar alterações irregulares do ritmo cardíaco, denominadas de arritmias ("batedeira"), que também diminuem o fluxo de sangue pelo sistema cardiovascular.

No campo clínico (somático) os distúrbios ainda ditos 'neuro-vegetativos' são comuns: quadro de astenia (sensação de fraqueza e fadiga), tensão muscular elevada com cãibras e formação de fibralgias musculares (nódulos dolorosos nos músculos dos ombros e das costas, por exemplo), tremores, sudorese (suor intenso), cefaléias tensionais (dores de cabeça provocas pela tensão psíquica) e enxaqueca, lombalgias e braquialgias (dores nas costas e nos ombros e braços), hipertensão arterial, palpitações e batedeiras, dores pré-cordiais, colopatias (distúrbios da absorção e da contração do intestino grosso) e até dores urinárias sem sinais de infecção.

O laboratório clínico fornece outros detalhes indicativos da intensa ativação patológica no estresse: aumento da concentração do sangue e do conteúdo de plaquetas (células responsáveis pela coagulação sangüínea), alteração do nível de cortisol, alterações de catecolaminas urinárias e alterações de hormônios hipofisários e sexuais, além dos aumentos de glicemia (açucar no sangue) e colesterol, este por conta do LDL, ou o 'mau colesterol'.

Sintomas psíquicos:

Nas ocasiões estressantes, e mesmo fora delas, manifesta-se uma gama de reações de ordem psicológica, psiquiátrica, ou, perturbações temporárias de comportamento ou exacerbação de problemas sociopáticos.

Os problemas ansiosos com a sintomatologia clínica, além de irritabilidade, fraqueza, nervosismo, medos, ruminação de idéias, exacerbação de atos falhos e obsessivos, além de rituais compulsivos, aumentam sensivelmente. A angústia é comum e as exacerbações de sensibilidade com provocações e discussões são mais freqüentes.

Do ponto de vista depressivo, a queda ou o aumento do apetite, as alterações de sono, a irritabilidade, a apatia e adinamia, o torpor afetivo e a perda de interesse e desempenhos sexuais são comumente encontrados.

Existem também as "fugas", que todos conhecemos. Quando não se apela para a auto-medicação com ansiolíticos (um perigo!), a pessoa refugia-se na bebida e mesmo no consumo de drogas ilícitas de uso e abuso, além de aumentar a quantidade de cigarros fumados, quando for fumante.
São estas as condições da derrocada à qual o estresse leva a pessoa, principalmente quando esta tiver uma personalidade hiperativa.