sábado, 9 de novembro de 2013

Receita da Semana




Docinho Light
(Receita enviada por Maristela)
Ingredientes:


  • Duas coheres (sopa) de abacate
  • Cinquenta gramas de batata doce
  • Uma colher (sobremesa) de cacau em pó
  • Meio medidor de Whey
  • Uma colher (sobremesa) de semente de Chia
  • Agua
  • Gelo


Modo de Fazer:

Bata no liqüidificador: 2 colheres de sopa de abacate, 50  g de batata doce, 1 colher de sobremesa de cacau, 1/2 medidor de whey, 1 colher de sobremesa de semente de chia, 100ml de água e gelo. Sirva gelado.


Versículo da Semana




"Quem não honra o filho não honra o Pai que o enviou."

(João 5:23)

domingo, 20 de outubro de 2013

Tecnologia no Dia-a-dia (Parte I)






Caras leitoras, vamos falar um pouco sobre Tecnologia e seu impacto em nosso viver diário. 

A motivação para esse assunto foi a seguinte: minha irmã bibliotecária deu de presente para meu esposo, curiosamente, profissional da área de TI, o livro intitulado “A Nova Era Digital”.
Esse livro foi escrito por dois grandes Gurus do Vale do Silício e lançado recentemente. São eles: Eric Schmidt e Jared Cohen, ambos da Google.

Embora um dos propósitos do nosso Blog seja passar o resumo de livros interessantes que li, nesse caso, apenas darei uma palhinha para vocês ficarem interessadas no assunto, pois, está difícil tirar o livro das mãos do maridão.

Portanto, vou compartilhar com vocês, apenas um pouco das previsões que esses autores fazem do uso da tecnologia voltado para as tarefas domésticas e o nosso dia-a-dia.
Eles dizem o seguinte:

“Quanto as pequenas tarefas domésticas, sistemas de informação vão facilitar muitas delas para quem vive nos países bem desenvolvidos. Com as máquinas de vestuário integrada (lavadora, secadora, passadora, dobradora e separadora de roupas) que permitirão manter um inventário das peças limpas e, algo ritmicamente, sugerirão combinações baseadas na agenda diária do usuário.

Cortes de cabelo serão enfim automatizados e realizados com precisão mecânica.

Celulares, Tablets e Laptops terão a capacidade de recarga sem fio, tornando a necessidade de lidar com cabos elétricos um incômodo obsoleto.

Centralizar as muitas partes móveis da vida de alguém em um sistema de organização de informações e tomadas de decisão,  fácil de usar, quase intuitivo, tornará nossa relação com a tecnologia mais natural. Contanto que existam salvaguardas para proteger a privacidade e impedir a perda de dados, esses sistemas nos liberarão de pequenos encargos que hoje adicionam estresse e desviam nossa concentração ao longo do dia.

Nossos próprios limites neurológicos que nos levam a esquecimentos e lapsos, serão suplementados por sistemas de informação planejados para ajudar em nossas necessidades. Dois exemplos são as próteses de memória (agendas com lembretes e lista do que fazer) e as próteses sociais que conectam de modo instantâneo a um amigo que tem um conhecimento relevante em qualquer tarefa que você esteja executando.

Ao confiarmos nesses sistemas integrados, que englobarão, tanto o lado profissional quanto o pessoal de nossas vidas, seremos capazes de utilizar nosso tempo de forma mais produtiva a cada dia.”



Dica de Filme




Título: Gravidade
Direção: Alfonso Cuaron
Elenco: Sandra Bullock; George Clooney

Sinopse:  Sandra Bullock é a doutoura, a engenheira Ryan Stone que vai para o espaço pela primeira vez junto com o astronauta veterano Matt Kowalski (George Clooney). Todo o drama acontece quando os dois estão trabalhando no exterior de um ônibus espacial e recebem a notícia de que os destroços de um satélite russo estão vindo em alta velocidade na direção deles. Daí para o final, você vai roer as unhas, apertar a cadeira, sentir que seu corpo está desviando de objetos e não descansar por um segundo.Quando as centenas de pedaços de lixo espacial atingem a nave, ela é destruída e Sandra Bullock fica à deriva flutuando no espaço. Muitos closes no rosto da personagem e até uma visão do ponto de vista de dentro do capacete faz você ser ela, estar com ela e presenciar todo aquele desastre. Dá para conhecer cada detalhe do rosto de Bullock.

Receita da Semana








Salgado de Frango com Legumes

(Receita enviada por Marina)

Ingredientes:

  • Noventa gramas de frango cozido (quatro colheres de sopa)
  • Cem gramas de couve flor (ou Batata doce) cozida
  • Três colheres de sopa de água (ou do próprio cozimento do frango)
  • Uma colher de sopa de aveia em flocos


Modo de Fazer:

Bata tudo no liquidificador ou processador e deixe na geladeira por 30 minutos para facilitar a modelagem.

Recheio: vegetais a escolha (cenoura e beterraba raladas, espinafre, couve, brocolis cozido, palmito, outros)


Montagem: esticar na pia um papel filme e abrir cerca de 100 gramas de massa sobre ele (para evitar que fique muito grande). Rechear com os vegetais escolhidos. Fechar a massa, utilizando as pontas do papel filme, em formato convencional de salgado (tipo embrulho). 

Para dourar, pincele com uma gema de ovo e salpique gergelim.

Unte a forma com azeite.

Asse em forno pré-aquecido por 20-25 minutos.

Versículo da Semana







"Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união."

(Salmos 133:1)

domingo, 13 de outubro de 2013

Sem Perdão Não Existe Amanhã (Parte II)









Caras leitoras, continuemos a reflexão sobre perdão, de autoria do pastor e escritor Ed René Kivitz.

Ele segue sua reflexão nos ensinando o seguinte:


"Estou ciente das propostas terapêuticas, especialmente aquelas que sugerem a necessidade de re–significar a história e seus momentos específicos: voltar nos eventos traumáticos e dar a eles novos sentidos. Creio também na cura pela fala. Admito que a tomada de consciência e a possibilidade de uma nova consciência produzem libertações, ou, no mínimo, alívios, que de outra maneira dificilmente nos seriam possíveis.

Mas, por outro lado, posso testemunhar quantas vezes já assisti esse filme e o final não foi nada feliz. 

Minha conclusão é simples (espero que não simplória): o que faz a diferença para a experiência do perdão não é a qualidade do processo de fazer acordos a respeito dos fatos que determinaram o distanciamento, mas a atitude dos corações que buscam a reaproximação.

Em outras palavras, uma coisa é olhar para o passado com a cabeça, cada um buscando convencer o outro de sua razão, e, bem diferente, é olhar para o outro com o coração amoroso, com o desejo verdadeiro do abraço perdido, independentemente de quem tem ou deixa de ter razão.

Abraços criam espaço para acordos, mas a tentativa de celebrar acordos nem sempre termina em abraços.

Essa foi a experiência entre José e seus irmãos. Depois de longos anos de afastamento e uma triste história de competições explícitas, preferências de pai e mãe, agressões, traições e abandonos, voltam a se encontrar no Egito: a vítima em posição de poder contra seus agressores.

José está diante de um dilema: fazer justiça ou abraçar. Deseja abraçar, mas não consegue deixar o passado para trás. Enquanto fala com seus irmãos sai para chorar, e seu desespero é tal que todos no palácio escutam seu pranto. Mas ao final se rende: primeiro abraça e depois discute o passado.

Essa é a ordem certa. Primeiro, porque os abraços revelam a atitude dos corações, mais preocupados em se (re)aproximar do que em fazer valer seus direitos e razões. 

Depois, porque, no colo do abraço o passado perde força e as possibilidades de alegrias no futuro da convivência restaurada esvaziam a importância das tristezas desse passado funesto.

Quando as pessoas decidem colocar suas mágoas sobre a mesa, devem saber que manuseiam nitroglicerina pura. As palavras explodem com muita facilidade, e podem causar mais destruição do que promover restauração.

Não são poucos os que se atrevem a resolver conflitos, e no processo criam outros ainda maiores, aprofundam as feridas que tentavam curar, ou mesmo ferem novamente o que estava cicatrizado. Tudo depende do coração. 

O encontro é ao redor de pessoas ou de problemas? A intenção é a reconciliação entre as pessoas ou a busca de soluções para os problemas?

Por exemplo, quando percebo que sua dívida para comigo afastou você de mim, vou ao seu encontro em busca do pagamento da dívida ou da reaproximação afetiva? Nem sempre as duas coisas são possíveis. 

Infelizmente, minha experiência mostra que a maioria das pessoas prefere o ressarcimento da dívida em detrimento do abraço, o que fatalmente resulta em morte: as pessoas morrem umas para as outras e, consequentemente, as relações morrem também. 

A razão é óbvia: dívidas de amor são impagáveis e somente o perdão abre os horizontes para o futuro da comunhão. 

Ficar analisando o caderno onde as dívidas estão anotadas, discutindo o que é justo e injusto, quem prejudicou quem e quando, pode resultar em alguma reparação de justiça, mas isso é inútil – dívidas de amor são impagáveis.

Mas o perdão tem o dia seguinte. Os que recebem perdão e abraços cuidam para não mais ferir o outro. Ainda que desobrigados pelo perdão, farão todo o possível para reparar os danos do caminho.

Mas, já não buscam justiça. Buscam comunhão. Já não o fazem porque se sentem culpados e querem se justificar para si mesmos ou para quem quer que seja, mas porque se percebem amados e não têm outra alternativa senão retribuir amando.

As experiências de perdão que não resultam na busca do que é justo desmerecem o perdão e esvaziam sua grandeza e seu poder de curar.

Perdoar é diferente de relevar. Perdoar é afirmar o amor sobre a justiça, sem jamais sacrificar o que é justo.

O perdão coloca as coisas no lugar. E nos capacita a conviver com algumas coisas que jamais voltarão ao lugar de onde não deveriam ter saído. 

Sem perdão não existe amanhã."

(By Ed René Kivitz)