domingo, 7 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
Mulheres Hoje - Parte IV
Caras leitoras, espero que
estejam gostando dessa série de Posts resumindo as idéias de Sheryl Sandberg a
respeito dos desafios que assolam as mulheres nos dias atuais e seus sábios
conselhos apresentados no livro Faça Acontecer.
Pois bem, hoje vamos conhecer
um pouco mais sobre as experiências dessa executiva bem sucedida do Facebook e de sua trajetória profissional.
Sheryl conta no livro que, quando foi
convidada a trabalhar no Google, logo no início de sua criação, ela ficou em
dúvida de aceitar ou não o convite. Foi quando um grande amigo dela lhe deu o
seguinte conselho: ”... se te oferecerem um lugar num foguete, você não
pergunta qual é. Você simplesmente entra.”
Ou seja, para esse amigo dela, existe apenas um critério importante na
hora de se escolher um bom emprego – a rapidez no crescimento da empresa
almejada.
Isso deve-se ao fato de que, segundo ele, quando as empresas crescem rápido, há
mais coisas a fazer do que gente para fazer e, por outro lado, quando as
empresas crescem mais devagar ou param de crescer, há menos coisas a fazer e
gente demais fazendo coisa nenhuma, dando lugar a estagnação geral e, muitas vezes, à
politicagem.
Foi depois desse sábio
conselho que Sheryl ingressou na Google e passou a analisar as empresas por seu
potencial de crescimento, quando se trata de oportunidades, sobretudo na área
da Tecnologia. Mas, ainda dentro dessa lógica, a autora afirma que mesmo atuando em outras áreas menos
competitivas, sempre existem setores e equipes que se expandem com mais
velocidade que as demais e necessitam de pessoal qualificado.
Além desse conselho recebido
de um amigo, Sheryl compartilha uma outra decisão que muito ajudou-a na vida
profissional: ter sonhos e traçar planos viáveis.
Sheryl diz que todos possuímos
sonhos no longo prazo, mas todos deveríamos ter também alguns planos de dezoito meses. Ela mantém essa prática em sua vida profissional, deixando claros os objetivos a serem alcançados nesse prazo e organizando-os em duas frentes: a primeira frente, seria aquela em que você estabelece metas que
você e sua equipe possam e desejam realizar e, uma segunda frente, seria aquela em que você
estabelece objetivos pessoais de curto e médio prazo, visando adquirir novas habilidades e
competências nos dezoito meses que se seguem.
A autora está certa de que
todos possuímos algum espaço para mehorar. Alguma área que ainda não está como gostaríamos. Quando queremos nos corrigir em algum traço
da nossa personalidade que nos atrapalha ou, em algum hábito nocivo, precisamos encarar isso realisticamente falando e, para vencê-los, a autora afirma que muitas vezes precisamos até mesmo
exagerar na direção oposta, a fim de atingir um meio termo.
Ela dá um exemplo: uma pessoa tímida para falar em público, deve procurar oportunidades de falar o máximo que puder, nas situações as mais diversas, cada vez para um público maior,
visando vencer a timidez. Ela afirma que não é fácil vencermos nossa tendência natural, mas, com objetivos e propósitos claros, somado a esforço e
persistência, tudo é possível.
Dica de Filme
Título: A
Máfia volta ao Divã
Direção:
Harold Ramis
Elenco:
Robert De Niro, Billy Crystal, Lisa Kudrow, Anthony LaPaglia
Sinopse:
Preso na penitenciária de Sing Sing, Paul Vitti (Robert De Niro), o poderoso
chefão da máfia, tem um estranho colapso e desembesta a cantar canções da peça
Amor, Sublime Amor. Preocupados com a situação, os federais decidem chamar Ben
Sobel (Billy Cristal), seu analista, para verificar o que está acontecendo.
Diagnóstico: Vitti não tem condições clínicas de continuar preso. Mas tem muito
menos condições morais para ser livre. A solução? Libertá-lo sob a custódia de
seu analista, para desespero de Laura (Lisa Kudrow) sua esposa. O lado
divertido da máfia está de volta, juntamente com a diversão. Robert De Niro
(Vitti) e Billy Crystal (Sobel) voltam a viver seus bem-sucedidos papéis de A
Máfia no Divã. Desta vez, Vitti jura estar pronto para arranjar um emprego
comum e entrar na linha. O estressado Sobel quer acreditar, mas a tarefa fica
difícil com todas as visitas familiares que ele recebe. Será que quando mais
tenta sair do crime, Paul acabará puxado de volta?
Receita da Semana
Mousse de Pistache
(receita retirada do
site Cyber Cook)
Ingredientes:
- Meia xicara de pistache sem sal picado
- Uma lata de leite condensado
- Uma lata de creme de leite
- Três claras de ovo
- Uma colher de sopa de manteiga
Modo de Fazer:
Leve o creme de leite ao congelador para separar o soro do
creme.
Coloque em uma panela o leite condensado, o pistache e a
manteiga.
Leve ao fogo mexendo sempre até obter o ponto de brigadeiro.
Espere esfriar um pouco.
Bata as claras em neve na batedeira e reserve.
Misture o creme de leite sem o soro no brigadeiro de
pistache e mexa até virar uma massa uniforme.
Junte as claras em neve devagar e misture levemente.
Despeje pequenas porções dessa massa em vasilhas individuais e leve à geladeira, por pelo menos 2 horas, antes de servir.
domingo, 23 de junho de 2013
Mulheres Hoje - Parte III
Caras leitoras,
vamos apresentar mais alguns dados de pesquisa sobre a participação da mulher
no mundo corporativo apresentados por Sheryl Sandberg em seu livro Faça
Acontecer.
A autora afirma que
nos Estados Unidos as mulheres ocupam apenas 14% dos cargos em Diretoria. No
tocante a remuneração, nesse mesmo país, em 1970 as mulheres americanas
recebiam 59 centavos para cada dólar pago aos homens na mesma função. Apesar de
todas as manifestações de protesto das ativistas feministas ao longo das
ultimas décadas, em quarenta anos, as mulheres americanas recebem 77 centavos
para cada dólar recebido pelos homens. Isso demonstra que na prática, são
poucos os avanços em relação a equidade salarial no mundo corporativo. A autora
acredita que somente quando mais mulheres ocuparem posições de liderança esse
quadro poderá mudar de fato.
As mulheres
enfrentam barreiras externas e barreiras internas, segundo a autora. Os homens
são promovidos com base no seu potencial, enquanto as mulheres são promovidas
com base no que já realizaram.
A autora apresenta
fatos de sua vida pessoal e profissional e deixa claro que nem toda mulher
deseja uma carreira e ambiciona postos altos nas organizações, contudo, a
cultura de desigualdade que ainda prevalece nos nossos dias, só será mudada
mediante uma interiorização dessa revolução que tantas outras mulheres
iniciaram há anos atrás.
A autora constata
que as mulheres altamente qualificadas estão descendo na escala profissional,
se comparadas a seus pares do sexo masculino e, muitas delas estão abandonando em grande contingente o mercado
de trabalho.
Uma pesquisa
realizada pela McKinsey em 2012 com mais de quatro mil funcionários de grandes
empresas demonstrou que 36% dos homens queriam se tornar diretores executivos,
contra apenas 18% das mulheres participantes do estudo.
São muitos os
fatores sociais e culturais que levam as mulheres a negligenciarem o desejo de
avançar na carreira. A autora cita diversos estudos comprovando tal
comportamento, mas insiste que esse quadro precisa mudar. E você? Concorda com
ela?
No próximo Post
daremos continuidade a essa discussão, apresentando outras barreiras que
precisam ser vencidas por nós mulheres.
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