domingo, 2 de setembro de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
Quanto vale sua saúde?
Caras leitoras, vamos prosseguir essa semana com mais uma reflexão da nossa série inspirada no escritor Charles Swindoll. Nesse texto objetivo e apropriado para o nosso tempo, o autor aborda com propriedade o tema "saúde " apresentando alguns alertas sobre a importância de cuidarmos no nosso corpo e zelarmos pela nossa saúde:
Para deixar bem claro, eu não sou
médico tampouco filho de médico, e mesmo que eu fale como um doutor, não se
deixe enganar. O que eu quero compartilhar não vem de um treinamento médico
intensivo, mas da vasta prática do ato de pensar. É porque eu não sou
qualificado para prescrever, esperando que você tome um remédio, que eu escrevo
a filosofia, esperando que você absorva a mensagem.
Frank Burgess, humorista americano,
falou a verdade quando declarou: “Nossos
corpos são adequados para serem nossas autobiografias.” E Arthur
Schopenhauer, filósofo astuto da Alemanha, colocou de outra forma: “O maior erro que um homem pode cometer é
sacrificar sua saúde por alguma outra vantagem.”
A saúde é o que te faz sentir que o agora
é a melhor época do ano. Tanto quanto ter uma boa consciência, a saúde deve
ser valorizada. Mas não é! De todos os bons e perfeitos dons que Deus nos deu,
esse é o menos reconhecido. Ou nós a ignoramos (adquirindo um hábito ruim) ou
tiramos vantagem disso de maneira errada. A saúde é como um estudante tímido
que levanta a mão para fazer uma pergunta para a professora, que está sempre
muito ocupada para notá-lo ou muito exigente para se importar. Mas também há
horas em que a saúde deixa de ser “bacana” e se recusa a ficar quieta. Suas
frustrações são tão febris que gritam por nossa atenção. E ela consegue!
Muitos de nós somos muito negligentes
quando o assunto é a manutenção da saúde. Descansar, por exemplo. Um tal “santo
dedicado” uma vez declarou: “Prefiro virar
cinzas do que me esforçar”. Que tipo de escolha é essa? De qualquer forma
você vai acabar mal. Boa saúde depende de um bom descanso. Descanso pode ser um
momento tão espiritual quanto à oração – às vezes até mais.
Comida, por exemplo. O seu corpo e o
meu não podem ser melhores do que a comida que ingerimos todos os dias para
nutri-lo, fortificá-lo e reconstruí-lo – não importa o quanto amemos ao Senhor!
Deus nunca pretendeu que nós funcionássemos a partir de uma dieta constante de
alimentos refinados ou “imitados”, sem nutrientes e cheios de conservantes, plantados
em campos poluídos de pesticidas e outros venenos. Você pode ser um professor
da Bíblia, cheio de dons, com muita demanda – mas se você só engole porcaria,
sua saúde vai acabar. Boa alimentação (na quantidade certa) pode ser tão
espiritual quanto os ensinamentos da Verdade – às vezes mais.
Exercício é outro exemplo. Nenhuma
quantidade de testemunho ou louvor pode substituir o exercício físico. Toda
célula e órgão do corpo tende a crescer em eficiência através do exercício.
Exercícios vigorosos estimulam a mente, o sangue, os músculos, os sentidos. Até
afeta nossas preocupações (levando-as para longe) quando estamos em momentos de
recreação e mudando nosso ritmo. Não é surpresa para mim que a primeira
preparação sugerida no livro do Dr. Laurence J. Peter em “Como fazer as coisas
darem certo” seja: REVITALIZE SEU CORPO. Fazer exercício pode ser tão
espiritual quanto participar na igreja – às vezes mais.
Três perguntas: Qual é o templo do Espírito Santo? O que devemos
apresentar ao Senhor como sacrifício vivo? Resposta: O corpo. Não podemos
pensar que orações em alta voz ou estudos da Bíblia demorados, talvez adoráveis
trabalhos para a igreja vão fazer com que Deus sorria para os nossos hábitos
preguiçosos.
By Charles
Swindoll
Receita da Semana
Bolinho Brasileirinho
(Receita
do Bar do Luiz)
Ingredientes:
§
4 Kg. de mandioquinha
§
500 gr. de farinha de trigo
§
6 folhas de louro
§
2 pimentas Dedo-de-moça
§
Sal a gosto
§
1 fio de azeite para refogar a couve
§
2 colheres de sopa de óleo para refogar o feijão
§
2 cebolas grandes
§
1 cabeça de alho
§
2 Kg de feijão preto
§
Carne seca, salpicão e bacon a gosto em partes
iguais
§
300 gr. de lingüiça apimentada
§
300 gr. de lingüiça portuguesa
§
400 gr. de paio
§
2 maços de couve manteiga orgânica
Modo de Fazer:
Descasque as mandioquinhas, cozinhe-as em água até
ficarem macias. Amasse até formar um purê. Acrescente farinha de trigo aos
poucos até chegar à consistência de enrolar.
Reserve.
Em uma panela grande, coloque o louro, a cebola picada, parte do alho, a pimenta e o sal e refogue em um pouco de óleo. Junte o feijão cru e as carnes cortadas em pedaços grandes. Leve para cozinhar em fogo baixo por mais ou menos 40 minutos. Quando as carnes estiverem cozidas, separe-as do feijão (que deve estar macio), corte-as em pedaços bem pequenos e reserve.
Em uma frigideira, refogue em um fio de azeite o bacon e o alho. Coloque a couve manteiga cortada bem fininha e refogue-a também.
Em uma panela grande, coloque o louro, a cebola picada, parte do alho, a pimenta e o sal e refogue em um pouco de óleo. Junte o feijão cru e as carnes cortadas em pedaços grandes. Leve para cozinhar em fogo baixo por mais ou menos 40 minutos. Quando as carnes estiverem cozidas, separe-as do feijão (que deve estar macio), corte-as em pedaços bem pequenos e reserve.
Em uma frigideira, refogue em um fio de azeite o bacon e o alho. Coloque a couve manteiga cortada bem fininha e refogue-a também.
Misture as
carnes picadinhas com a couve. Molde a massa de mandioquinha em um formato
côncavo, recheie com uma colher de grãos de feijão e da mistura de couve e
carnes, fechando em formato de bolinha.
Passe-as
na farinha de trigo e frite em bastante óleo.
Sirva acompanhado do caldinho de feijão do cozimento.
Sirva acompanhado do caldinho de feijão do cozimento.
domingo, 19 de agosto de 2012
Troféus
Ele era brilhante. Claramente um
menino prodígio… o orgulho de Salzburg… um artista por excelência. Aos cinco
anos de idade, ele escreveu um concerto. Antes de completar dez anos ele compôs
e publicou muitas sonatas e tocava de memória o melhor de Bach e Handel. Logo
após seu 12° aniversário ele compôs e conduziu sua própria ópera e foi
recompensado com o honroso compromisso de concertista da Orquestra Sinfônica de
Salzburg. Antes que sua breve vida acabasse, ele escreveu muitas operetas,
cantatas, hinos, oratórios, assim como quarenta e oito sinfonias, quarenta e
sete árias, duetos, quartetos com acompanhamento de orquestra, e mais de uma
dúzia de óperas. No total foram cerca de 600 obras!
Seu nome oficial era Johannes
Chrysostomus Wolfagangus Amadeus Theophilus Mozart.Com um nome desses, ele “tinha”
que ser famoso. Ele tinha apenas trinta e cinco anos quando faleceu. Viveu em
pobreza e morreu na obscuridão. Sua viúva parecia indiferente em seu enterro.
Alguns de seus poucos amigos foram até a igreja para seu funeral, mas foram
detidos por uma tempestade e impedidos de caminharem até a sepultura.
Naquela época ninguém se preocupou em
perguntar onde ficava a sepultura dele, que ficou impossível de identificar. A
sepultura, sem nada escrito nela – talvez o mais talentoso compositor de todos
os tempos – se tornou perdida para sempre. Não existe um santuário que marca
seu lugar de descanso para que os amantes da música possam ir visitar. Não
existem granitos com marcas para que seus admiradores possam contemplar. Não
têm lugar para as velas, flores para embelezar, turistas para reunir.
Mozart marcou sua época, e
desapareceu sem deixar vestígios. Ou não? Diferente de César, o bem que ele
fez, vive por ele. O mal foi sepultado com seus ossos. Somente um punhado de
amantes da música pode enumerar três ou quatro males daquele artista Austríaco.
E então o que de bom continua? Suas contribuições inigualáveis: seu estilo,
suas inovações iminentes, o toque de “Mozart”. Nenhum outro som é como o dele.
É dele, completamente. Um troféu que não leva em conta o tempo, criado por um
gênio. Em sua música, Mozart continua vivo. Sem igual.
Há muitos anos atrás uma das minhas
crianças e eu caminhávamos em um cemitério. Nós paramos e lemos algumas
sepulturas. Não conhecíamos nenhum dos falecidos. Foi um momento nostálgico. De
mãos dadas nós caminhamos e conversamos. Gentilmente. Pensativos. Estávamos em
solo sagrado. O tempo parou em cada sepultura. Deixamos o lugar em quietude.
Não vou me esquecer tão cedo das lições que aprendi ali:
Primeiro, a vida é curta.
Terrivelmente curta. Em cada sepultura havia aquele traço que indicava o ano do
fim de uma vida. Uma linha horizontal, ilustrando tempo. A sepultura de Mozart
(onde quer que esteja) indica: 1756-1791. E é só isso. Mas se aquele traço
falasse! Ensinaria-nos a próxima lição.
Segundo, a oportunidade é agora.
Não é mais tarde. Agora. Sua contribuição, que pode parecer pequena, é ímpar e
completamente sua. O que quer que seja – é aquele troféu em que você investe
diariamente. O aforismo antigo que eu escutei quando menino me persegue de vez
em quando: “Quatro coisas não podem ser retiradas: a palavra dita, a flecha
lançada, o tempo que passou e as oportunidades negligenciadas.”
Terceiro, a morte é certa. Você não
pode se esquivar dela. Ela chega, amigo. E com o tempo, assim como Mozart, você
pode parecer insignificante para os outros. Até esquecido. A única coisa que
vai perdurar serão suas contribuições pessoais, seus investimentos sem igual
durante a vida. Não o seu nome, ou sepultura… mas seu troféu eterno.
Tudo bem, se você não é brilhante, um
prodígio, um compositor de sinfonias. O que você é? Uma mãe de duas, três
crianças? Um executivo, um vendedor, um militar aposentado, estudante,
professor, viúvo, fazendeiro? Seu troféu é sua contribuição – em qualquer lugar
a qualquer hora. Conhecida ou desconhecida. É seu investimento, seu “toque”,
que viverá além da sepultura. Deus exibe esses troféus eternamente. É como o
que dizem de Abel: “dando Deus testemunho
de suas obras… depois de morto, ainda fala.” Tais troféus nunca se apagam.
By Charles
Swindoll
Dica de Filme
Título: Chocolate
Diretor: Lasse Hallström
Elenco: Juliette Binoche, Johnny
Depp, Judi Dench, Alfred Molina, Lena Olin,
Sinopse: Quando Vianne
(Juliette Binoche), e sua filha chegam a uma tranqüila vila, ninguém poderia
imaginar o impacto que isto teria na antiquada comunidade. Ao passar dos dias,
a atraente Vianne abre uma loja de chocolates, repleta de confeitos de dar água
na boca. Sua misteriosa e quase mágica habilidade em perceber os desejos
pessoais de cada freguês e satisfazê-los perfeitamente com o confeito certo,
faz com que os moradores se entreguem às tentações e à felicidade. Mas, isto
até a hora em que outro forasteiro, o atraente Roux (Johnny Depp) chega à vila.
Finalmente agora, ela também reconhece e se rende a seus próprios desejos.
Problemas surgem quando suas ações são confrontadas por aqueles que preferem os
caminhos do passado e aqueles que recentemente descobriram o doce sabor do
prazer.
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