domingo, 3 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Aprender a Ser Feliz (Parte I)
Queridas leitoras, estamos iniciando uma nova série temática deveras instigante: aprender
a ser feliz. Esse tema, embora soe um tanto familiar, tem me chamado
atenção de uma forma um pouco mais contundente, desde que passei dos meus 40
aninhos... Talvez por me considerar entrando em uma outra fase na minha
carreira, vendo a aposentadoria se aproximar, os filhos crescerem, as rugas
ficarem mais marcadas, enfim, tomando consciência de que estou iniciando um
novo ciclo na minha vida. Eu considero a busca pela felicidade um estado
permanente de todo ser humano, mas, por outro lado, acho que tal busca deva ser
um pouco mais intencionalmente desejada. É por isso que a partir dessa
semana, quero compartilhar com as leitoras, o que tenho lido e ouvido sobre as pesquisas e
tendências nessa temática, sob a ótica de alguns psicólogos, sociólogos,
pastores, filósofos e mortais, como nós. Começo fazendo a seguinte pergunta:
você saberia dizer o que a faz feliz?
Ao iniciar a reflexão sobre
esse tema, devemos entender que a palavra Felicidade,
de acordo com os estudiosos, é usada para indicar pelo menos três estados
correlacionados, quais sejam: felicidade
emocional; felicidade moral; felicidade de julgamento. No caso, a
felicidade emocional é a mais elementar das três. ”A felicidade emocional é uma expressão que define um sentimento, uma
experiência, um estado subjetivo, não apresentando assim, uma correlação objetiva
no mundo material.” Logo, é super difícil definir tais estados subjetivos,
embora, sabemos que, por exemplo, ver a nossa filha sorrir pela primeira vez
nos causa uma tamanha felicidade, porém, teríamos dificuldade em descrever o
que sentimos somente por intermédio da linguagem. Podemos então perceber o seguinte: como a felicidade
emocional é uma experiência, ela só pode ser aproximadamente definida por seus
antecedentes e por sua relação com outras experiências que você vivenciou.
Conseguiu entender? Pense assim: embora a felicidade emocional não seja de
fácil definição por meio das palavras, quando a sentimos, não duvidamos nem de
sua realidade, nem de sua importância, não é mesmo?
Vamos a mais uma constatação
sobre esse tema: as pessoas querem ser felizes. Isso mesmo! Se já houve algum
grupo de seres humanos que tenha preferido o desespero à alegria, a frustração
à satisfação ou a dor ao prazer, esse grupo deve estar muito bem escondido até
hoje, pois não temos conhecimento de tal atitude coletiva. Observando o
comportamento humano, de uma forma geral, podemos concluir que todas as pessoas
querem ser felizes e procuram meios distintos para atingir esse fim. No caso
das mulheres, até mesmo quando alguma de nós se priva da felicidade por um
momento - fazendo dieta quando poderia estar comendo de tudo ou, trabalhando
até tarde, quando poderia estar dormindo – normalmente, o faz com o objetivo de
colher frutos no futuro. Por fim, procurando melhor compreender a felicidade emocional, ao verificarmos a
definição do verbo preferir no
Dicionário, compreendemos que tal ação refere-se
a “escolher uma coisa que é mais
agradável do que outra.” Logo, a busca pela felicidade está embutida na
própria definição do desejo. Segundo Freud, todos os homens procuram ser felizes
e esse é o motivo de todas as ações dos homens, até mesmo dos que vão
enforcar-se. Acredite, se quiser!
Dica de Filme
Título: A Prova de Fogo (Fireproof)
Diretor: Alex Kendrick
Elenco: Kirk Cameron; Erin Bethea
Diretor: Alex Kendrick
Elenco: Kirk Cameron; Erin Bethea
Sinopse: Kirk Cameron (Deixados Para Trás) interpreta Caleb Holt, um heróico
capitão bombeiro que preza a dedicação e o serviço ao próximo acima de tudo.
Mas a parceria mais importante de sua vida, seu casamento, está prestes a se
desfazer em fumaça. Esta história cativante acompanha o desejo de um homem de
transformar sua vida e seu casamento através do poder curativo da fé e de
seguir adiante pelo lema dos bombeiros: Nunca deixe seu parceiro para trás.
Receita da Semana
RECEITA
DE BOLINHO DE ARROZ
(Receita
enviada por Ana Lúcia)
Ingredientes:
Uma xícara de arroz cozido
1 ovo
Uma colher de sobremesa de queijo parmesão
Uma colher de sobremesa de maisena
Uma colher de chá de pó Royal
Sal
Salsinha picadinha
Óleo para fritar
Modo
de Fazer:
Bata rapidamente
todos os ingredientes (menos a salsinha) no liquidificador. Acrescente a
salsinha, uma pitada de sal e misture bem. Modele os bolinhos usando duas
colheres de sobremesa: encha uma das colheres com uma porção da massa e passe
para a outra colher, até obter a forma de um bolinho. Repita o procedimento até
ficar bem firme. Retire a massa da colher, diretamente para a panela com óleo
moderadamente quente. Faça isso com toda a massa.
Assim que o bolinho estiver dourado, coloque-o em uma travessa forrada com papel toalha
para retirar o excesso de óleo. Sirva
ainda quente.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Práticas de Relaxamento (Parte IV)
Vamos
para a nossa última postagem da série sobre relaxamento. Com certeza, cada
uma de nós já incluiu em sua rotina semanal, alguma delas, eu espero. Como
afirmei no início da temática, relaxamento é mais uma atitude que uma prática,
logo, um processo que exige continuidade para se obter os efeitos esperados.
Pode parecer estranho, ao se falar sobre esse tema, incluir a importância de
nutrir relacionamentos tranqüilos. Mas é justamente sobre isso que vamos falar
essa semana. Ter uma família que ofereça apoio, amizades fortes e muitas
pessoas para cumprimentar quando caminhamos por onde andamos, nos deixa mais
felizes, saudáveis e relaxadas. A forma mais importante de evitar o isolamento
social é cultivar o relacionamento consigo mesma. Ao se amar e perdoar suas
falhas, você emana compaixão e atrai outras amizades, naturalmente. Vejamos
algumas sugestões práticas para fortalecer nossos relacionamentos e torná-los
mais saudáveis:
Motive-se: permita que o desejo de ficar saudável
a motive a conhecer outras pessoas. Pesquisas afirmam que mulheres com menos de
seis contatos pessoais têm mais propensão a depressão, obesidade, diabetes e
entupimento das artérias. Portanto, junte-se a algum grupo: matricule-se num
curso de línguas; freqüente algum grupo de encontros; entre para um coral ou
curso de artes. Enfim, se você passar duas horas por semana na companhia de
pessoas desconhecidas, mas imbuídas dos mesmos objetivos, elas rapidamente se
tornarão amigas. Um detalhe: esse contato apenas em ambiente virtual tem um
efeito menor, se comparado ao contato pessoal.
Um ato de bondade
aleatório: uma boa
sugestão para ampliar seu bem-estar social é você espalhar boa vontade com boas
ações por impulso, ou seja: pague o café para a pessoa que está atrás de você
na fila; deixe um livro que você já leu no ônibus, para outros lerem; dê flores
a um desconhecido com um cartão sincero; mande um bolo feito por você para seu
vizinho de porta ou colega de trabalho; etc. Aumente o otimismo, sorrindo para
um desconhecido e deixando que ele também retribua seu gesto de simpatia.
Evite a ansiedade: se permita parar por um período de
ler jornais ou assistir notícias na televisão e na internet, a fim de evitar
que as guerras e tragédias dos outros aumentem o peso do seu fardo. Pense nas
sábias palavras de Benjamin Franklin: Não antecipe os problemas nem se preocupe
com o que talvez nunca venha a acontecer. Mantenha-se sob a luz do sol”.
Homeopatia para combater
a tristeza: procure
um homeopata ou alguma farmácia especializada para obter os seguintes
medicamentos: (1) Aconitum – ideal
para combater a sensação de entorpecimento e de dificuldade para lidar com a
realidade; (2) Ignatia – recomendado
para combater a tristeza aguda com choros e suspiros, bem como rompantes
emocionais e sensação de sufoco constante; (3) Nat. Mur. (cloreto de sódio) – indicado para combater a tristeza
persistente, apesar da situação estressante não ser tão recente.
Seja Receptiva: abra-se para o que a vida tem a lhe
oferecer.
Seja você mesma: busque ser autêntica, praticando
aquilo que lhe dá prazer: culinária; caminhada; esporte; poesias; brincar com
as crianças; etc. Isso a ajudará a administrar a raiva, a repousar e se
recuperar do stress diário.
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