domingo, 17 de maio de 2020
quarta-feira, 13 de maio de 2020
Vulnerabilidades e o mundo virtual (parte 2)
Desculpem o tamanho dos Posts! Ficaram um tanto longos, me perdoem. Na verdade, acho que me empolguei
com o assunto e precisava dessa catarse com as palavras. Escrever me acalma, me
traz mais leveza. Penso escrevendo, sabe como? O isolamento social também tem contribuído
para eu gastar mais tempo em companhia do teclado.
Gostaria de repartir com vocês um pouquinho da minha experiência nos grupos de
wapp de mulheres em tempo de quarentena.
Dentre os cinco grupos de mulheres dos quais faço parte, escolhi dois deles
para compartilhar com vocês, repartindo um pouco da minha relação com o
universo virtual feminino. No Post anterior, apresentei algumas
vulnerabilidades que surgiram ao participar de um grupo recém-formado, no qual
me sinto ainda caloura na arte de comunicar-me de forma eficaz. Hoje, apresentarei a vocês outras vulnerabilidades, mais voltadas para a questão da
interação em grupos grandes de wapp.
Ano passado, fui convidada por uma senhora cristã a participar
de uma reunião de oração em sua residência. Demorei a aceitar o
convite, me sentindo um pouco tímida por não conhecer ninguém. Em Brasília,
onde morei minha vida toda, frequentava muitas reuniões de oração com mulheres
e estava sentindo falta disso aqui em São Paulo. Um belo dia, lá fui eu: bolo
de banana numa mão e bíblia na outra. Como era num apartamento, eu esperava
encontrar doze a quinze mulheres, no máximo. Porém, chegando lá, deparei-me com
um grupo de, mais ou menos, umas trinta mulheres, de todas as idades, belas, educadas, reunidas para buscar a Deus em plena segunda-feira. Fiquei surpresa! Fui super bem
acolhida pela anfitriã lindíssima e educadíssima. A pastora trouxe a palavra e
o momento de louvor ficou a cargo dos clipes no youtube. Seguiu-se o momento de oração e depois o lanchinho. Tudo
maravilhoso! Conversei com algumas mulheres e tentei enturmar-me na devida
proporção de um primeiro encontro. Fui muito bem acolhida e segui participando pro um tempo.
Ao final da reunião, a anfitriã me perguntou se eu
queria fazer parte do grupo delas de oração no wapp. Logo respondi que sim,
tendo uma referência prévia do que é participar de grupos dessa natureza.
Porém, estranhei a reação dela com minha pronta resposta afirmativa. Ela,
educadamente, me perguntou novamente: você tem certeza que deseja participar? E
emendou dizendo e sorrindo: é que nosso grupo começa a postar mensagens bem
cedinho e eu recomendo deixar no silencioso o alarme de recebimento de
mensagens no seu celular, caso queira mesmo participar. Entendi a explicação dela
e reafirmei minha aquiescência ao convite.
Voltei pra casa e no dia seguinte, sem nem estar lembrada
da minha adesão ao novo grupo do wapp, tomei café, fiz minha devocional e
quando fui olhar o wapp no meu celular, apareceu o símbolo desse novo grupo. As
sete horas da manhã já havia uma quantidade significativa de mensagens
postadas. Lembrei-me, imediatamente, da
cautela que a anfitriã teve ao me convidar para fazer parte desse grupo de
wapp. Procurando entender o volume de mensagens recebidas naquele horário do
dia, corri para ver quantas mulheres faziam parte do grupo, afinal, nunca havia
sido surpreendida com tantas mensagens de uma só vez, antes das oito da manhã. Para meu espanto, o grupo
tinha naquela data, 127 participantes. Era, sem dúvida, o maior grupo de oração
no wapp do qual já havia participado. Hoje somos 247 mulheres. Uma bênção!
Minha primeira reação foi agradecer a Deus por tantas
mulheres buscando orar e se fortalecer na Palavra virtualmente, mas, quase que
concomitantemente a essa reação, tive certa curiosidade quanto ao volume diário de mensagens, vídeos, pedidos de oração
e leituras que seriam postadas ali. Pensei: saio ou fico nesse grupo? Vai sobrecarregar
meu celular. É muita gente! Embora conhecendo mais de perto, apenas 3 mulheres até aquele momento, resolvi permanecer no grupo. Daí começaram a surgir minhas vulnerabilidades pessoais alusivas ao contexto de macrogrupos, algo novo para mim.
Inicialmente, tentei lidar com minha participação
nesse grupo grande da mesma forma que fazia com os demais grupos de oração menores de wapp, procurando interagir com os participantes da
melhor forma possível, a saber: comentando as mensagens postadas, ouvindo todos os
clipes, todos os áudios de oração, orando junto com a host do grupo, abrindo todos os links, etc. Porém, ao final da primeira semana participando desse grupo, sentindo certa sobrecarga
de informações postadas, cheguei à conclusão de que teria que criar uma nova
forma de “participar” desse grupo que não tomasse muito o meu tempo, mas que me mantivesse envolvida na intercessão e edificação ali propostas. Não encontrei logo de cara a forma ideal, muito pelo contrário. Adotei formas variadas de interação. Por exemplo, quando optei por participar desse grupo ao estilo mulher invisível, eu escolhi não postar nada, não comentar nada, não enviar emojis e jamais me manifestar. Essa clandestinidade virtual em um grupo de oração no wapp é, por vezes, um exercício de autocontrole para mim, pois, embora eu seja uma pessoa que curte esse tipo de coisa, não posso extrapolar meu tempo diário para esse fim. Futuramente, talvez isso mude e a interação seja maior.
Penso que esse estilo que adotei talvez seja o da maioria das mulheres por ali. Um estilo meio unilateral de se relacionar. Confesso que não parei pra analisar isso numericamente falando. Funciona mais ou menos assim: receber as mensagens, ler algumas delas, ouvir o louvor do dia e
incluir alguns pedidos de oração postados no grupo em meu momento de oração diário. Porém, algumas vezes,
sinto-me como um parasita que
suga o alimento de seu hospedeiro, ao ser edificada por tudo que
ali é postado, sem nunca retribuir. Você já teve essa sensação em algum grupo grande de wapp de oração?
A forma de interceder pelos pedidos postados, no contexto de um grupo grande de wapp, foi também um processo pessoal de aprendizado repleto de vulnerabilidades. Eu não tinha o hábito de orar por pessoas que não conhecia. Sempre alguém me situava sobre o pedido de oração, me reportava de quem se tratava aquele pedido ou me mostrava a foto da pessoa, por exemplo. Isso me deixava mais próxima daquela pessoa, de alguma forma, na hora de interceder. Mas, nesse grupo grande isso não estava acontecendo, pois o volume era grande. Passei a ler os pedidos postados e a interceder por alguns deles, de uma forma pouco habitual. Confesso que essa impessoalidade ao interceder, me incomodava bastante.
Porém, com o passar do tempo, embora não conhecendo pessoalmente quem havia postado, comecei a focar no teor dos pedidos postados. Esse foi meu pulo do gato! Comecei a sentir uma forte afinidade com aquelas mulheres que postavam seus motivos de oração com tanta espontaneidade e fui percebendo que, embora não fossem pessoas do meu círculo de amizade, da minha família ou pessoas próximas, suas angústias e ansiedades diziam respeito a qualquer mulher, inclusive a mim. Eram dores, ansiedades, alegrias, agradecimentos, crises, conflitos e muitos outros motivos de oração que todas nós temos ou já tivemos um dia. Fui então aprendendo a colocar meu pé no sapato de cada uma delas, de uma forma genuína e sincera. Ao orar por essas mulheres que só conheço o número de seu celular, pude experimentar uma conexão diferente daquela que eu conhecia anteriormente. Minha conexão com elas passou a ser feita nos joelhos dobrados, aos pés do mesmo Pai. Foi incrível! Tenho um amor por elas e consigo, muitas vezes, sentir suas inquietações como se fossem minhas.
Sigo quebrando paradigmas e entendo que a forma pessoal ou impessoal de se relacionar nos grupos de wapp, sejam eles grupos de oração ou outros grupos, será sempre uma questão de escolha da nossa parte. Todavia, não dá para ser displicente nessa nova
forma de nos relacionarmos, de intercedermos e de nos edificarmos mutuamente, sobretudo, em um momento como o que estamos
vivendo, você não acha?
Ao compartilhar com vocês algumas das vulnerabilidades com as quais me deparo, bem como as formas que encontrei para aproveitar as oportunidades disponíveis no universo virtual, espero ter ajudado, de alguma forma. Meu desejo é que cada uma de vocês possa buscar seu próprio modelo de conexão e interação com outras mulheres, guardando sempre seus corações.
Finalmente irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é
respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é
de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que
ocupe o vosso pensamento. (Filipenses 4:8)
(Texto de 01/05/2020)
Dica de Leitura
Título:
O poder secreto da oração e do jejum
Autor:
Mahesh Chavda
Editora:
Vida
Sinopse:
Deus tem uma maneira de transformar derrotas em vitórias e fortalezas
demoníacas em caminhos de amor e poder. Quando você enfrentar a derrota, O
poder secreto da oração e do jejum lhe dará poder para liberar o Espírito Santo
em seu interior! Seja problema físico, seja financeiro ou familiar, Mahesh
Chavda enfrentou vitoriosamente esses ataques e viu o poder de Deus ganhar cada
batalha. O estilo de vida de Mahesh Chavda é marcado pelo jejum e pela oração,
por isso inspira você a lutar o bom combate e Deus lhe dará a solução. Traga a
glória de Deus para sua vida, igreja, cidade e nação por meio do poder secreto
da oração e do jejum.
terça-feira, 12 de maio de 2020
Vulnerabilidades e o mundo virtual
Em
tempo de quarentena, o ambiente virtual passou a ser algo que nós, com
facilidade, trazemos pra bem perto do coração e, se bobear, somos capazes de
colocar num tipo de altar ou algo do gênero.
Quando
tento imaginar como seria a quarentena sem o acesso à internet, confesso me sentir
desconfortável. Abstinência do mundo virtual, somada às demais privações
impostas por essa quarentena, formam um cenário pouco desejado, você não acha?
Nesse
tempo de isolamento social, devo admitir que o mundo virtual tem sido um fiel
fornecedor de alento e interação: acompanhar um seriado, assistir
filmes, realizar videoconferências, participar de grupos no wapp, ouvir
palestras, fazer novos cursos, acompanhar o culto online da minha comunidade,
participar de salas de oração com os irmãos, dentre tantas outras
possibilidades. Que privilégio! Quando
paro pra pensar que no Brasil, praticamente, um quarto da população não possui
acesso à internet, me sinto extremamente grata.
Dividirei
o Post em duas partes para não ficar cansativo. Tentarei fazer um
recorte minúsculo sobre o tema “mundo virtual e vulnerabilidades” compartilhando
com vocês uma experiência pessoal que vivenciei em dois grupos do wapp de mulheres
dos quais faço parte.
Gosto
muito da experiência de interagir virtualmente com outras mulheres. Além disso,
talvez por estar aposentada e ter uma agenda livre, acabo me envolvendo
prazerosamente. Na quarentena isso se intensificou, reconheço.
Um
desses grupos nasceu no coração algumas mulheres de Deus, motivadas pelo isolamento social do momento. A
criação do grupo foi algo mágico e sobrenatural. Acompanhei as etapas de sua
formação nos bastidores e posso afirmar que foi algo divino e
sobrenatural! Em poucos dias, um grupo de poucas mulheres
virou um grupo de dez, que virou um grupo de vinte, que virou um grupo de
quarenta e que hoje se transformou em uma verdadeira rede de mulheres conectadas.
Foi curioso
que, nos primeiros dias de formação desse grupo, me foi solicitado sugerir
alguns temas de interesse das mulheres para podermos trazer palestrantes e
pessoas que pudessem dirigir a reflexão. A lista de temas incluía assuntos
voltados para oração, emoções, cuidados pessoais, alimentação, criação de
filhos, dentre outros. O grupo teve suas atividades iniciadas da melhor forma
possível, com uma adesão incrível de mulheres de todas as idades. Estava
formado mais um espaço de convivência virtual para exercício de amor e fé!
Em
meio a toda excitação de ver esse grupo nascendo, com o coração exultante, me
peguei refém de certas vulnerabilidades inerentes ao ambiente virtual mas que,
infelizmente, conseguiram fazer um contraponto de emoções dentro em mim.
Momentaneamente, um sentimento de excitação recebeu pinceladas de decepção e melancolia.
Decepção comigo mesma por não “vigiar” e, melancolia, por perceber que tais
vulnerabilidades tendem a se repetir, não só no mundo virtual. Algumas delas
serão aqui compartilhadas no intuito de incluir vocês nessa minha jornada
quarentenal.
A
primeira vulnerabilidade que quero mencionar, costuma evidenciar-se,
principalmente, quando participo de videoconferências. Se for uma
videoconferência só com mulheres, num grupo acima de três pessoas, essa
vulnerabilidade aparece rapidinho: saber me comunicar verbalmente.
Pensei que teria mais facilidade com a comunicação no ambiente virtual, todavia, senti certa dificuldade nesses primeiros encontros. Por falta de treino ou ansiedade acumulada, nem sempre acerto sobre o que falar, em que momento e de
que forma. Tendo a falar muito, atropelar falas, não ler as intenções do
outro facilmente e por aí vai. O curioso é que essa mesma vulnerabilidade se
transforma em diversão quando a videoconferência é com o grupo de wapp das mulheres da
minha família, por exemplo. Como somos todas treinadas à moda italiana de falar ao mesmo tempo e
se fazer entender, acaba sendo algo divertido! Desde a prima mais caladinha até a tia rouca, todas nós nos comunicamos de forma alegre e eficaz. Porém para quem vê de fora, a impressão que fica é de que ninguém se entende. Só que não! Por incrível que pareça, a comunicação flui.
Então, retomando a questão da vulnerabilidade da
comunicação no ambiente virtual e, trazendo para a minha realidade, percebo que
a vulnerabilidade não está na videoconferência ou no grupo. Certamente que não.
Afinal, se eu comparar as videoconferências do grupo de mulheres da igreja, do
grupo de mulheres da pós-graduação e do grupo de mulheres da família, perceberei
que ambas são videoconferências, ambas possuem mais de três participantes e
ambas são só com mulheres. Então, por que considerar a comunicação uma
vulnerabilidade? Simplesmente pelo fato de que em cada uma delas me vejo agindo,
sentindo e reagindo de formas
diferenciadas. Deve ser assim com todo mundo, porém, trazendo para minha realidade,
percebo que se eu não estiver atenta aos eventuais ruídos na comunicação de uma
forma mais consciente e menos emocional, perderei a oportunidade de
transforma-los em aprendizado e crescimento.
A
segunda vulnerabilidade que gostaria de compartilhar com vocês, refere-se ao
“timing” em responder mensagens no wapp e retornar ligações. Basta uma demora
em responder a alguém e, sem querer, esse atraso pode ganhar conotações as mais
diversas para quem está aguardando uma resposta. Eu costumava reclamar desse aspecto com
outras pessoas, achando que era desinteresse ou falta de consideração, porém, recentemente, para minha tristeza, me vi fazendo a mesma coisa e não gostei do que senti. Atrasei o retorno de uma ligação e isso gerou certo desconforto que poderia ter sido evitado. Por sorte, a pessoa é bem resolvida e muito querida, portanto, resolvemos o assunto com boas risadas. Mas, gostaria de salientar que a questão do “timing” no mundo virtual é bem mais complexa do que se imagina. Atrasos
em responder uma mensagem de texto, em curtir alguma postagem, em abrir um
email, dentre tantas outras tantas ações dessa natureza, podem facilmente ser
motivo de indisposições. Precisamos ter cuidado quanto a isso, pensando nos
dois lados da história, claro.
A
terceira vulnerabilidade que quero mencionar, diz respeito a encadeamento e
argumentação de ideias nos grupos de wapp. Em boa parte dos grupos de wapp dos
quais participo, é comum as pessoas expressarem suas opiniões com liberdade e
despretensiosamente: alguém digita algo, os outros leem, respondem ou
não. Quando o tema é irrelevante, como por exemplo, aderir ou não às unhas
em gel, as opiniões diferem e fica por isso mesmo. Todavia, quando é
lançada uma discussão importante no grupo como, por exemplo, criação de filhos,
políticas públicas, pandemia, dentre outros, sinto dificuldade nesse processo.
A impressão que tenho é de que temas são lançados e ficam sempre em aberto.
Normalmente, leio a maior parte do que foi digitado e tento criar um certo
encadeamento visando a uma conclusão sobre o assunto levantado, porém, em
grupos maiores de wapp, nem sempre isso é possível. Aliás, quase nunca. Vale
ressaltar que isso acontece nos grupos mistos dos quais participo, ou seja,
extrapola o universo feminino. Inicio um processo de encadeamento mental mínimo,
lendo o que foi digitado e digitando minha opinião a respeito. Sigo lendo mais
um pouco das demais opiniões sobre o tema e, de repente, do nada, surge uma
foto bem no meio dos textos ou uma
música, ou ainda, um novo tema é lançado. Socorro! Lá se vai meu raciocínio. Definitivamente,
preciso parar com essa mania de ser caçadora de conclusões temáticas em grupos
de wapp. Fico até na dúvida se devo classificar esse processo como
vulnerabilidade ou, simplesmente, como modus operandi dos grupos de
wapp. Todavia, resolvi optar pela primeira opção pelo seguinte motivo: quando
você entra na discussão do tema proposto no grupo, posta alguma coisa, mas, seja
por preguiça de digitar muito, seja pela quebra no “timing” da discussão, seja
pelo motivo que for, sua opinião é lançada de forma incompleta e isso pode
ganhar conotações as mais diversas por parte dos interlocutores virtuais. Você já passou
por isso? Dá até preguiça, não? Mas há que se ter cuidado.
Por
fim, não só no ambiente virtual, minha maior vulnerabilidade: guardar o
coração. Um dos temas abordados em um desses grupos de wapp dos quais faço parte, foi:
ídolos do coração. Pois bem, Deus me fez
perceber que altares se formam nos corações de todas nós, o tempo todo, com
certa facilidade. O mundo virtual, com seus grupos de wapp, videoconferências, lives
e tudo mais, curiosamente, transforma-se rapidamente numa vitrine de alguns dos altares e dos ídolos que
carregamos em nosso coração.
Essa
semana, de uma forma toda especial, Deus me mostrou ídolos que ainda precisam ser quebrados no
meu coração e quebrou comigo (e por mim) alguns deles. Oro a Deus para que algo
sublime não se perca tão rapidamente por limitações e vulnerabilidades trazidas
pelo mundo virtual. Oro para que o mundo virtual seja canal de bênção para
todas nós, em especial, nessa quarentena.
(Texto de 29/04/2020)
Dica de Leitura
Título:
Você pode mudar o mundo
Autor:
Vários
Editora:
Editorial Habacuque (demais editoras)
Sinopse:
O que é preciso para fazer a diferença? Como você pode mudar o seu mundo?
Coragem, determinação, força interior, visão, persistência e fé. Esses
atributos são apenas alguns, dentre muitos, presentes naquelas pessoas que
fizeram valiosas contribuições para a sociedade e o mundo, no passado e na
atualidade. Nomes como Joana d'Arc, Abraham Lincoln, Helen Keller e Martin Luther
King Jr. conquistaram a admiração e o respeito de milhões de pessoas que foram
inspiradas, encorajadas e influenciadas por suas vidas. Em 'Você Pode Mudar o
Mundo', você vai examinar a vida de 101 pessoas que influenciaram seu mundo e
descobrirá as lições que elas ensinam para fazer diferença, tais como: - Dar um
sentindo à vida perante a solidão; - Defender os princípios pessoais contra as
tendências da maioria da sociedade; - Fazer pequenos sacrifícios diários para
construir um grande caráter e um forte poder de influência; - Não desistir dos
sonhos no meio das adversidades.
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