sexta-feira, 23 de outubro de 2015
sábado, 17 de outubro de 2015
Malévola, eu?
Caras leitoras, fui convidada para uma reunião de mulheres na minha atual igreja e gostei muito de ter participado. Além do momento de comunhão extremamente prazeroso, pude refletir sobre aspectos de minha personalidade de uma forma instigante e criativa.
Nessa reunião, o estudo bíblico conduzido por uma missionária convidada foi inspirado no filme “Malévola” e trouxe contribuições muito positivas para todas que lá estavam.
Para quem não assistiu esse filme, trata-se de uma película que nos remete à famosa história
da Bela Adormecida, produzido nos estúdios da Disney e tendo como protagonista
a “feiosa” Angelina Jolie. (Rsrsrsrs)
Só pela interpretação de
Angelina Jolie no papel de Malévola,
já vale assistir ao filme. Ela dá um show!
Fadas, príncipes e fantasias
à parte, um estudo bíblico sobre esse filme me pegou de surpresa (num bom
sentido). Mesmo sendo uma história imaginária, conseguimos ver certa correlação
com nosso mundo real e linkar com a Palavra de Deus.
Vim pensando na personagem Malévola, depois do estudo... Fiquei
imaginando que todas nós temos nosso lado “Malévola “de ser: nosso lado
sombrio, que só nós e o Espírito Santo conhecem a fundo; nosso lado carnal, com
suas artimanhas malignas, típicas da nossa natureza adâmica; nosso lado fraco que
briga diariamente com nosso coração e mente; nosso lado mundano de ser.
Mas, para quem assistiu ao
filme, o personagem “Malévola“ esconde um ser de coração amoroso que as
circunstâncias inesperadas e sofridas da vida levaram a ser negado e negligenciado. Somente
no final do filme, esse lado iluminado volta a aparecer e prevalece sobre a
maldade.
Trata-se de uma fantasia
hollywoodiana, lógico, mas, quem não gosta de um final feliz? Quem não aprecia
uma boa interpretação de uma atriz que esbanja beleza e talento?
Trazendo para nosso mundo
real, nós também poderíamos dizer que muitas vezes somos vilãs e muitas vezes
somos heroínas em nossa própria história de vida. Agimos com aqueles que nos
cercam, com ações e reações as mais diversas, motivadas por sentimentos de todo
tipo que nos levam a arrependimento, algumas vezes e, ao mesmo tempo, a
momentos de orgulho e glória.
Não é assim com você?
Comigo é sempre assim. Uma
luta constante do meu lado “Benévola” (parafraseando o pastor P. Moreira) com o
meu lado “Malévola” de ser. Todavia, sei que não fui a primeira a tomar
consciência disto. O apóstolo Paulo fala um pouco dessa dicotomia existencial
em sua carta aos Romanos, capítulo 7, vs. 19, quando afirma:“...pois o que faço não é o bem que desejo,
mas o mal que não quero fazer esse eu continuo fazendo.
Essa afirmação do apóstolo Paulo nos consola, de certa forma. Podemos ver que essa luta interna entre o bem e o mal acompanha a todos aqueles que buscam cumprir a vontade de Deus.
Pois bem, finalizando minha
auto-reflexão, inspirada no filme e no
estudo que ouvi hoje, desejo que minha vida, tal qual a história da Bela Adormecida, tenha um Happy End, ou seja: que o lado “Benévola”
de ser prevaleça cada dia mais, em relação ao meu lado “Malévola” de ser. Que o
amor encontre mais espaço em meu coração e mente, do que o ódio e o rancor. Que
eu espelhe Cristo em meu viver e seja luz por onde passar. Afinal, como dizia o querido amigo e bispo R.R.: “terminar
bem é mais importante que começar bem”.
Dica de Filme
Título:
Malévola
Direção: Robert
Stromberg
Elenco: Angelina Jolie; Elle Fanning; Sharlto Copley
Sinopse: Malévola
explora a história não revelada da Vilã mais icônica da Disney, do clássico A
Bela Adormecida, e os eventos que transformaram seu puro coração em pedra.
Motivada por vingança e o desejo feroz de proteger seu reino, Malévola
(Angelina Jolie) cruelmente coloca uma maldição irrevogável na filha
recém-nascida do rei dos humanos, Aurora. Conforme cresce, Aurora enfrenta um
conflito fervente entre o reino da floresta, local onde ela cresceu e ama, e o
reino humano, que mantém o seu legado. Malévola percebe que Aurora pode ser a
chave para a paz no reino e é forçada a tomar medidas drásticas que mudarão
para sempre os dois mundos.
Receita da Semana
Bolo
Básico com Farinha de Rosca
(Receita
retirada do site Cyber Cook)
Ingredientes:
- Duzentos e cinquenta gramas de açúcar
- Duas colheres (sopa) de óleo de soja
- Três ovos
- Trezentos gramas de farinha de rosca
- Uma colher (sopa) de fermento químico em pó
- Duzentos ml de leite
Modo de Fazer:
Bata o açúcar com o óleo, junte
os ovos e misture bem.
Adicione a farinha de rosca (peneirada)
com o fermento e o leite.
Misture bem até a massa ficar
homogênea.
Unte uma fôrma com manteiga
e polvilhe com farinha de rosca.
Despeje a massa e asse em
forno médio por aproximadamente 50 minutos.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Exercícios de Projeção
Eu confesso que nunca tive o
bom costume de parar para refletir, sem ninguém precisar mandar. Sempre fui
daquele tipo de pessoa que vai tocando a
vida e deixando as coisas acontecerem
primeiro, para depois se preocupar, deixando o botão do “piloto automático” acionado
o tempo todo. Parar para meditar, para refletir, para se autoconhecer, sempre
foi “para os fracos” (rsrsrs).
Porém, tenho percebido que,
à luz da Palavra de Deus, não é bem essa postura de laissez faire que devemos adotar. Lemos no livro de Provérbios 4:
25-27 o seguinte: “Olhe sempre para a frente, mantenha o olhar fixo no que está adiante
de você. Veja bem por onde anda, e os seus passos serão seguros. Não se desvie
nem para a direita nem para a esquerda; afaste os seus pés da maldade.”
Somos, pois, admoestadas nessa passagem a planejarmos nossas ações e,
consequentemente, a seguir todas as etapas que envolvem um bom planejamento,
começando por nos conhecermos e conhecermos a vontade de Deus para nós.
Buscar um pouco de silêncio
para pensar, sem ruídos de TV, sem celular apitando, sem televisão ligada, sem
gente por perto, parece facilitar essa tarefa. Buscar durante a semana um espaço
para refletir sobre nosso modo de vida, como temos agido, o que temos
priorizado, como temos nos alimentado ou nos exercitado, como temos tratado os
nossos semelhantes, tudo isso é importante e merece energia de nossa parte. É sempre
bom tentar se conhecer melhor e identificar aqueles pontos fracos que precisam
ser vencidos.
A consciência da importância
de tudo isso e as promessas dos efeitos positivos em relação a uma postura mais
madura e reflexiva, eu conheço bem, teoricamente falando.
Porém, devo confessar que,
somente agora, ao ver meu aniversário de cinquenta anos se aproximando é que
pude parar, ou melhor, me deixei parar, meditar e fazer algumas projeções sobre
meu futuro. Tudo isso, claro, submetido à Soberania de Deus sobre minha vida.
Estou apenas começando.
Ainda não posso dizer que isso virou hábito. Sinto-me como um aluno novo numa Academia
de Ginástica. A cada semana avanço um pouco mais no tempo e na qualidade desses
momentos de reflexão pessoal. Esses momentos costumam envolver o que chamo de Exercício de Projeção, ou seja, tentar
me projetar no futuro, em diferentes áreas da minha vida e fazer uma breve
análise de como seria.
Algumas dessas projeções eu faço acompanhada
do meu esposo, que, curiosamente, já desenvolve essa atitude reflexiva há mais
tempo que eu. Isso me tem ajudado bastante.
Nós costumamos tirar um tempo para
elocubrar sobre nossos projetos para aposentadoria, sobre os possíveis locais
onde gostaríamos de morar, sobre os maus hábitos que estamos lutando para
vencer, sobre como serão nossos genro e nora, ou, nossos netos, etc.
O curioso é que estou
gostando disso. Não sei se pelo fato de ter mais tempo livre ultimamente, estou
me permitindo parar e fazer coisas desse tipo e refletir sobre mim: como estou
hoje; o que ainda quero ser; o que quero modificar na minha personalidade;
hábitos novos que quero obter e por aí vai...
Vale destacar que isso deve
ser feito de forma leve, sem cobranças, sem peso, mas, ao mesmo tempo, me obrigando a ter uma atitude
pró-ativa e a me programar.
Vou dar alguns exemplos dos
exercícios que ando fazendo: ao refletir sobre minha saúde e já pensando na
minha velhice, tento identificar os problemas de saúde mais recorrentes dos meus
avós e dos meus pais, e, com base nisso, bem como de um check-up periódico,
estou procurado melhorar minha alimentação, fazer alguns tratamentos médicos
profiláticos, realizar atividade física regular e excluir maus hábitos que, a
longo prazo, se não fossem modificados, seriam
nocivos à minha saúde.
Um outro exemplo: pensando
nas atividades profissionais que sempre realizei, na minha formação acadêmica e
no que ainda posso fazer no futuro, decidi me preparar antecipadamente para a
minha aposentadoria, imaginando-me em situações as mais inusitadas e tentando
me preparar para minha segunda carreira.
Nessa direção, estou me
organizando mentalmente, ou seja, lendo livros sobre temas diversos que me
interessam e biografias de pessoas que já se encontram na terceira ou quarta
carreira. Isso tem me ajudado a refletir sobre o que desejo e o que não desejo
para o futuro da minha vida produtiva.
Paralelamente a essas
leituras extremamente diversificadas, estou procurando conhecer outras
habilidades que tenho, mas que desconhecia e estou explorando algumas áreas que
me eram totalmente estranhas, onde jamais atuei profissionalmente, tal como:
gastronomia, saúde e bem-estar. Já fiz alguns cursos na área de gastronomia,
aromaterapia, portfólio digital, massagem terapêutica, alimentação saudável, dentre
outras, a fim de explorar outros universos que me eram desconhecidos e perceber
como me comporto e me sinto, nesses outros contextos.
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