quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Minha Experiência da Mesa








Caras leitoras, cresci em uma família unida e muito festiva. A casa da minha mãe Alpina recebia o apelido carinhoso de “Casa da Mesa Posta”. A qualquer hora do dia que você entrasse na casa da minha mãe, a mesa estava posta. 

Sentar com ela na mesa para um lanche da tarde, uma refeição ou um café com bolo e rosca era sempre uma opção convidativa.

A nossa casa vivia cheia. Além dos parentes e hóspedes frequentes, muitos amigos, familiares e irmãos da igreja frequentavam nossa casa e davam à minha mãe o prazer da companhia e de uma boa prosa.

A nossa casa em Brasília ficava na rua denominada W3 Sul - 708. Era uma localização central e também uma passagem para vários destinos da cidade. Sendo assim, muitas pessoas ligadas a nós costumavam fazer uma visitinha para minha mãe, quando passavam por lá.

Cresci vendo minha mãe colocar a mesa com muito capricho. Ela amava objetos em prataria e estanho!

Ela não era uma cozinheira de mão cheia, todavia, era extremamente caprichosa e tinha um bom gosto enorme para montar a mesa e receber convidados. Os forros de linho eram engomados com cuidado e a rotina de limpeza semanal da prataria dava muito trabalho para nossas colaboradoras domésticas.

Quando havia uma ocasião especial, ela arrumava a mesa sobre o tema da ocasião: na Páscoa, por exemplo, nossos pratos e canecas tinha estamparia de coelhinhos; no Natal, nosso guardanapo de linho chegava dentro de um envelope de tecido vermelho e renda; no nosso aniversário, recebíamos um porta-guardanapos de prata com nosso nome gravado.

Sempre orávamos antes das refeições, independentemente da presença ou não, de algum convidado de fora. Meu pai não era evangélico, mas respeitava esse costume à mesa.

Enfim, tenho muitas lembranças positivas ao redor da mesa redonda de Jacarandá da casa de minha mãe e acredito que as boas experiências que tive na infância e adolescência no meu lar, muito me ajudaram a valorizar tais momentos e repetir algumas dessas experiências como mãe e esposa.

Pois bem, nessa última semana de janeiro, lendo um livro intitulado “A Experiência da Mesa”, de autoria de Devi Titus, tive a enorme satisfação de concordar com os aspectos salientados pela autora sobre a importância de fazermos refeições em família e encararmos a “mesa” como um local de bênção, onde temos a oportunidade de estar com O Pão da Presença – Jesus e desfrutarmos momentos ricos de comunhão e crescimento pessoal.

A autora cita algumas pesquisas realizadas por universidades norte-americanas em que se comprova o valor dessas refeições em família. Ela apresenta também alguns significados bíblicos da “mesa” no Velho e Novo Testamentos e nos estimula a adotarmos o hábito de sentarmos à mesa periodicamente para refeições em família.

No próximo Post darei mais detalhes apresentados nesse livro que tanto me inspirou.


Dica de Filme















Título: Não Aceitamos Devoluções

Diretor: Eugênio Derbez

Elenco: Loreto Peralta; Jéssica Lindsey; Daniel Raymont; Alessandra Rosaldo; Hugo Stiglitz; Arcélia Ramirez

Sinopse: Valentin sempre levou uma vida despreocupada no México, saindo com várias mulheres e alternando entre pequenos trabalhos. Um dia, uma mulher bate à sua porta e lhe deixa um bebê, dizendo ser sua filha. Apesar da surpresa inicial, Valentin se muda para os Estados Unidos e cria a pequena Maggie durante vários anos, tornando-se um homem responsável e encontrando um emprego fixo como dublê em filmes de ação. Seis anos mais tarde, a mãe de Maggie reaparece, com a intenção de levar a filha de volta com ela.

Receita da Semana






 
Sopa de Batata com Alho Poró
(Receita retirada do site Allrecipes)

Ingredientes:


  •  Uma colher (sopa) de manteiga
  •  Uma colher (sopa) de azeite de oliva
  •  Um talo inteiro de alho-poró limpo e cortado em anéis
  •  Duas batatas grandes cortadas em rodelas
  •  Um tablete e meio de caldo de legumes ou galinha
  •  Um litro de água
  •  Pimenta-do-reino a gosto


Modo de Fazer:

Derreta a manteiga em uma panela e adicione o azeite (ele não deixa a manteiga queimar).

Adicione a batata e refogue em fogo médio por 5 minutos ou até dourar.

Junte o alho-poró, a água e o caldo de legumes.

Deixe ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 5-10 minutos. 

Retire do fogo e bata a sopa com um mixer ou no liquidificador até formar um purê. 

Adicione mais água se não quiser muito grosso.

Coloque em pratos, polvilhe com pimenta-do-reino e sirva.

Versículo da Semana








“Coloque sobre a mesa os pães da Presença, para que estejam sempre diante de mim.”

(Êxodos 25:30)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Alvos para 2015 (continuação)









Caras leitoras, o mês de janeiro, normalmente, nos remete a uma reflexão pesssoal de valores, projetos, desejos e diversos outros aspectos que envolvem nosso autoconhecimento. 

Nesse período, sobretudo para os que estão de férias, é de praxe traçarmos metas para os meses que se seguem.

Portanto, nessa direção, vamos dar continuidade ao texto de autoria de Marc e Angel que publicamos no Post anterior, onde podemos obter algumas dicas daquilo que deveríamos parar de fazer, visando nosso próprio bem.

São conselhos muito apropriados para quem busca se aperfeiçoar nesse ano que se inicia. 

Boa leitura!

Trinta Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo – Parte II

16. Pare de ter inveja dos outros: a inveja é a arte de contar as bênçãos alheias, ao invés das próprias. Se pergunte o seguinte: “O que é que eu tenho que todas as outras pessoas desejam?”

17. Pare de reclamar e de sentir pena de si mesmo: as “bolas com efeito” da vida são jogadas por um motivo – para mudar o seu caminho numa direção que se destina a você. Você pode não ver ou entender tudo no momento em que isto acontece, e pode ser difícil. Mas pense naquelas “bolas curvas” negativas que foram jogadas para você no passado. Você frequentemente perceberá que no final elas te levaram a melhores lugares, pessoas, estados de espírito, ou situações. Então sorria! Deixe todos saberem que hoje você é mais forte do que era ontem, e então você será.

18. Pare de guardar rancor: não viva a sua vida com ódio no coração. Você acabará machucando a si próprio muito mais do que as pessoas que você odeia. Perdoar não é dizer “o que você fez de errado comigo não tem importância”, é dizer “eu não vou permitir que o que você fez comigo seja a ruína eterna da minha felicidade”. Perdoar é a resposta… desapegue, encontre paz e liberte-se! E lembre-se, o perdão não é apenas para as outras pessoas, é para si mesmo também. E você deve perdoar-se, seguir em frente e tentar fazer melhor na próxima vez.

19. Pare de deixar os outros  te rebaixarem ao nível deles: recuse-se em baixar os seus padrões de qualidade para acomodar aqueles que se recusam a elevar os deles.

20. Pare de perder tempo se explicando aos outros: de toda forma, seus amigos não precisam e seus inimigos não vão acreditar. Apenas faça o que seu coração aponta como o caminho certo.

21. Pare de fazer as mesmas coisas de novo e de novo, sem uma pausa: a hora certa de respirar profundamente é quando você não tem tempo pra isso. Se você continuar insistindo no que está fazendo, você vai continuar obtendo o mesmo resultado. Às vezes, você precisa se distanciar um pouco para ver as coisas mais claramente.

22. Pare de negligenciar a beleza dos pequenos momentos: aproveite as pequenas coisas, pois um dia você pode olhar para trás e descobrir que elas eram as grandes coisas. A melhor porção da sua vida será composta dos pequenos e inomináveis momentos que você passa sorrindo junto de alguém importante pra você.

23. Pare de tentar alcançar a perfeição: o mundo real não recompensa o perfeccionismo, ele recompensa as pessoas que conseguem fazer as coisas.

24. Pare de seguir o caminho do menor esforço: a vida não é fácil, especialmente quando você planeja alcançar algo de valor. Não pegue o caminho mais fácil. Faça algo extraordinário.

25. Pare de agir como se tudo estivesse bem, quando não está: é perfeitamente normal desmoronar por um breve período. Você nem sempre precisa fingir que é o mais forte, nem constantemente tentar provar que tudo está indo bem. Você tampouco deveria se preocupar com o que os outros pensam – chore se precisar – é saudável colocar suas lágrimas para fora. Quanto mais cedo você o fizer, mais cedo você estará apto a sorrir genuinamente de novo.

26. Pare de culpar os outros pelos seus próprios problemas: a dimensão com que você conseguirá realizar seus sonhos depende da dimensão com que você assume responsabilidade pela própria vida. Quando você culpa os outros pelo que você está passando, você nega responsabilidade – você dá aos outros poder sobre aquela parte da sua vida.

27. Pare de tentar ser tudo para todos: alcançar isto é impossível, e tentar apenas te levará ao esgotamento. Mas fazer uma pessoa sorrir PODE mudar o mundo. Talvez não todo o mundo, mas o mundo dela. Então estreite o seu foco.

28. Pare de se preocupar demais: a preocupação não removerá os obstáculos do amanhã, mas removerá as delícias do dia de hoje. Um modo de verificar se algo vale o esforço de super ponderar a respeito é se fazer a seguinte pergunta: “Isso importará daqui a um ano? Três anos? Cinco anos?”. Se não, então não é nada que valha o esforço de preocupar-se.

29. Pare de focar naquilo que você não quer que aconteça: foque naquilo que você quer que aconteça. Pensamento positivo está na dianteira de todo grande história de sucesso. Se você acordar toda manhã com o pensamento de que algo maravilhoso acontecerá na sua vida hoje, e você prestar muita atenção, você com frequência descobrirá que tem razão.

30. Pare de ser ingrato: não importa o quão bom ou o quão ruin as coisas estejam, acorde todo dia grato pela sua vida. Alguém em algum lugar está desesperadamente lutando pela própria vida. Ao invés de pensar naquilo que falta, tente pensar em tudo aquilo que você já tem e que quase todo mundo sente falta.

(Autores: Marc e Angel)