quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Somos Sementes









Caras leitoras, não me canso de contemplar a natureza, obra do Criador, dando glórias a Ele!

O Parque por onde caminho, sobre o qual comentei com vocês anteriormente, tem belas paisagens e o cenário de cada manhã  traz suas nuances diferentes e encantadoras!

Me impressiona ver como nosso Pai Celeste pensa nos mínimos detalhes, ao nos oferecer essa rica natureza que nos cerca!

Hoje quero falar com vocês sobre sementes.

Ouvi um pregador na TV, essa semana,  falando justamente sobre isso. Ele nos comparava às sementes, pois, segundo ele,  todos nós somos sementes ambulantes. Ele deu alguns exemplos: plantamos louvor, colhemos fé; plantamos conhecimento, colhemos novas oportunidades; plantamos paciência, colhemos experiência; plantamos arrependimento, colhemos perdão; plantamos bondade, colhemos misericórdia; plantamos amor, colhemos simpatia; etc, etc, etc.

Fiquei pensando naquelas palavras e indagando a mim mesma: o que tenho plantado em meu viver?

Ouvir sobre semeadura, muitas de nós já ouviu e está bem acostumada com o tema, não é mesmo? Infelizmente, a gente ouve mais sobre o aspecto financeiro dessa palavra, em detrimento de seu valor essencial.

Mas, não querendo desvirtuar o assunto do Post, acho que precisamos tomar consciência da força que a colheita carrega. Essa força é a mesma da semeadura, claro. Isso é dádiva divina!

Percebo que, algumas vezes, levamos a vida sem refletirmos sobre nossos atos. Pela correria ou pela força da rotina, agimos quase que por reflexo e instinto.

Tratamos pequenas e importantes ações de forma leviana, sem parar para ver quão forte no mundo espiritual esses atos diários representam para nosso crescimento. Ao fazermos isso, ou seja, ao sermos omissas em relação a essa relação "semear/colher", deixamos de potencializar nossas ações e, consequentemente, perdemos a colheita.

Nossas ações são sementes e precisam ser sementes boas. Deus deseja nosso melhor, logo, precisamos receber de Deus essa força da semeadura, semeando o bem e colhendo o melhor dessa terra, como Deus nos promete em Sua Palavra. 

Quantas vezes semeamos impaciência, preguiça, descaso, futilidades, egoísmo, falta de fé, murmuração, dentre tantas outras sementes indesejáveis e queremos colher o bem... 

Mas não é assim que funciona. Nas nossas mãos está o decidir o que plantar, o que semear e o que não semear. Pois, uma coisa é certa: vamos colher!

Que a própria Natureza que nos foi concedida como um presente vindo do trono do Pai, possa nos inspirar a semearmos com consciência e colhermos tudo de bom que Deus espera que colhamos!




Dica de Leitura



















Título: O Livro do Sensacional

Autor: Neil Pasricha

Ano: 2011

Editora: Maestro

Número de Páginas: 424

Receita da Semana






 

Suco Verde de Verão
(Receita retirada da revista Cláudia)

Ingredientes:


  • Duas fatias de abacaxi
  • Uma maçã
  • Uma folha de couve
  • Um punhado de salsa
  • Uma lasca de gengibre
  • Meio pepino


Modo de Fazer:

Bata tudo no liquidificador.
Junte 100 mililitros de água, se necessário.
Sirva gelado. Enfeite com um raminho de hortelã.

Versículo da Semana








“Lança o teu cuidado sobre o Senhor e Ele te susterá.”

(Salmos 55:22)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Pregar a tempo e fora de tempo








Caras leitoras, essa semana, no aeroporto de Brasília, enquanto esperava dar a hora do meu embarque, deparei-me com uma cena inusitada: uma senhora pregando o evangelho na Praça de Alimentação do aeroporto da capital federal. Infelizmente, a foto que tirei não ficou muito boa e talvez vocês não consigam ver os detalhes.

Pois bem, em meio as mesas e cadeiras das lanchonetes do piso superior do aeroporto, havia uma senhora de cabelos brancos, aspecto bem humilde, com um lenço na cabeça, em pé, ao lado de um carrinho de malas e uma pequena mesa que funcionavam como um “púlpito”, bíblia aberta e recitava algumas passagens bíblicas e dizia resumidamente o seguinte : “arrependam-se, pois Jesus está voltando!

Assim que ouvi aquela voz alta na Praça de Alimentação, não identifiquei que se tratava de alguém pregando a Palavra. Não me sentei nas mesas próximas a essa senhora e segui direto para a cafeteria a fim de tomar um expresso. Na cafeteria,  indaguei ao garçom sobre a tal senhora e ele me disse que ela passa alguns dias no aeroporto pregando, dorme por lá e dias depois, escolhe outro aeroporto para ser seu ponto de pregação. O garçom me deu tal explicação de forma simples, sem ar de crítica ou gozação.

Quando terminei o café, me sentei em uma das mesas e, nesse momento, a senhora já não estava mais falando em voz alta e sim, com suas mãos levantadas orando pelas pessoas, de uma forma geral, sussurrando algumas palavras, sem largar a bíblia.

Eu então me lembrei de Paulo falando à Timóteo sobre sua missão: “...que pregues a Palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda longanimidade e doutrina.” (2Tim. 4:2)

Essa mulher escolheu um lugar não muito comum para falar de Jesus, mas, se pensarmos um pouco em tudo que envolve uma viagem de avião, essa senhora, ou melhor, essa missionária urbana tem seus motivos para escolher tal local e cumprir seu chamado.

Orei a Deus em silêncio, agradecendo por essa serva de Deus estar ali, fazendo o que eu muitas vezes não faço. Pedi perdão a Deus por minha omissão, por minha timidez e por tantos outros pecados com os quais tenho lutado.

Afinal, Deus escolheu as coisas loucas desse mundo para confundir as sábias (ICor.1) e, na minha opinião, essa cena que presenciei pode ser considerada loucura para muitos, porém, no meu caso, espero que Deus tenha misericórdia de mim e me desperte para levar Sua Palavra e ser sal e luz num mundo caído e extremamente sedento do amor de Deus. 

Maranata, vem Senhor Jesus!