domingo, 4 de novembro de 2012

Versículo da Semana















“... Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos.”

(Mateus 22:32)

domingo, 28 de outubro de 2012

Amadurecimento












 Caras leitoras, após finalizarmos a série de estudos de John Stott, fazemos uma pausa para refletir sobre nosso amadurecimento, inspiradas em Mário Quintana:

Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você...
A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na  vida vão mudando...
A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar. Mas uma coisa parece estar sempre presente. A busca pela felicidade com o amor da sua vida. Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar? 
E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?“ Como diz o meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era. Cada namorado era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT!
Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua  avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria  de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e  chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes.
A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas,mas continuamos  com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... e haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco,  festinhas, boates na quinta-feira. 
Sem falar na diversidade que vai do Forró aos pagodes.
Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a  barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som...
Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra  pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a  gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas...
É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
E eu vou acreditar nisto sinceramente...
Cuidar do meu jardim... iluminar e encher de flores...sorrir...



By Mário Quintana


Receita da Semana









Receita de Sangria

(Receita retirada do Programa Mais Você)





Ingredientes:

·         Dois limões com casca
·         Duas laranjas com casca
·         Canela em casca
·         Cravos da Índia                                      
·         Açúcar a gosto
·         Um litro de vinho tinto seco de boa qualidade
·         Gelo

Modo de Fazer:

Lavar bem e cortar em rodelas finas, os limões e as laranjas. Retirar as sementes. Colocar em um recipiente de vidro ou em uma poncheira. Junte os demais ingredientes e amasse com um soquete. Junte o vinho tinto, uma bandeja de gelo e misture bem. Ponha para gelar e sirva à vontade.

Dica de Filme









Título:  Guerra é Guerra
Diretor: McG
Elenco: Reese Witherspoon (Lauren); Chris Pine (Foster); Tom Hardy (Tuck); Til Schweiger (Heinrich); Chelsea Handler (Trish); John Paul Ruttan (Joe); Abigail Spencer (Katie).
Sinopse: dois agentes da CIA se apaixonam pela mesma mulher. O que antes era uma grande amizade se transforma em um duelo incomparável pelo coração da jovem.

Versículo da Semana













“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.”

(Habacuque 3: 17-18)

domingo, 21 de outubro de 2012

O Paradigma: Tornando-nos Mais Semelhantes a Cristo (Parte IV)



Caras leitoras, interrompemos nossa série de estudos elaborados por John Stott, em função da Semana da Criança. Hoje, retomamos essa série com uma reflexão final que nos ajudará a sermos mais semelhantes ao nosso Senhor Jesus Cristo.
“Quando falamos em evangelização encarnacional é exatamente disto que falamos: entrar no mundo do outro. Toda missão genuína é uma missão encarnacional. Temos de ser semelhantes a Cristo em sua missão. Estas são as cinco principais formas de sermos conformes à imagem de Cristo: em sua Encarnação, em seu serviço, em seu amor, em sua abnegação paciente e em sua missão. Quero, de modo bem sucinto, falar de três conseqüências práticas da assemelhação a Cristo. Primeira: A assemelhação a Cristo e o sofrimento. Por si só, o tema do sofrimento é bem complexo, e os cristãos tentam compreendê-lo de variados pontos de vista. Um deles se sobressai: aquele segundo o qual o sofrimento faz parte do processo da transformação que Deus faz em nós para nos assemelharmos a Cristo. Seja qual for a natureza do nosso sofrimento — uma decepção, uma frustração ou qualquer outra tragédia dolorosa —, precisamos tentar enxergá-lo à luz de Romanos 8:28-29. Romanos 8:28 diz que Deus está continuamente operando para o bem do seu povo, e Romanos 8:29 revela que o seu bom propósito é nos tornar semelhantes a Cristo. Segunda: A assemelhação a Cristo e o desafio da evangelização. Provavelmente você já se perguntou: “Por que será que, até onde percebo, em muitas situações os nossos esforços evangelísticos freqüentemente terminam em fracasso?” As razões podem ser várias e não quero ser simplista, mas uma das razões principais é que nós não somos parecidos com o Cristo que anunciamos. John Poulton, que abordou o tema num livreto muito pertinente, intitulado A Today Sort of Evangelism, escreveu: “A pregação mais eficaz provém daqueles que vivem conforme aquilo que dizem. Eles próprios são a mensagem. Os cristãos têm de ser semelhantes àquilo que falam. A comunicação acontece fundamentalmente a partir da pessoa, não de palavras ou idéias. “É no mais íntimo das pessoas que a autenticidade se faz entender; o que agora se transmite com eficácia é, basicamente, a autenticidade pessoal”. Isto é assemelhar-se à imagem de Cristo. Permitam-me dar outro exemplo. Havia um professor universitário hindu na Índia que, certa vez, identificando que um de seus alunos era cristão, disse-lhe: “Se vocês, cristãos, vivessem como Jesus Cristo viveu, a Índia estaria aos seus pés amanhã mesmo”. Eu penso que a Índia já estaria aos seus pés hoje mesmo se os cristãos vivessem como Jesus viveu. Oriundo do mundo islâmico, o Reverendo Iskandar Jadeed, árabe e ex-muçulmano, disse: “Se todos os cristãos fossem cristãos — isto é, semelhantes a Cristo —, hoje o islã não existiria mais”. Isto me leva ao terceiro ponto: Assemelhação a Cristo e presença do Espírito Santo em nós. Nesta noite falei muito sobre assemelhação a Cristo, mas será que ela é alcançável? Por nossas próprias forças é evidente que não, mas Deus nos deu seu Santo Espírito para habitar em nós e nos transformar de dentro para fora. William Temple, que foi arcebispo na década de 40, costumava ilustrar este ponto falando sobre Shakespeare: “Não adianta me darem uma peça como Hamlet ou O Rei Lear e me mandarem escrever algo semelhante. Shakespeare era capaz, eu não. Também não adianta me mostrarem uma vida como a de Jesus e me mandarem viver de igual modo. Jesus era capaz, eu não. Porém, se o gênio de Shakespeare pudesse entrar e viver em mim, então eu seria capaz de escrever peças como as dele. E se o Espírito Santo puder entrar e habitar em mim, então eu serei capaz de viver uma vida como a de Jesus”. Para concluir, um breve resumo do que tentamos pensar juntos aqui hoje: O propósito de Deus é nos tornar semelhantes a Cristo. O modo como Deus nos torna conformes à imagem de Cristo é enchendo-nos do seu Espírito. Em outras palavras, a conclusão é de natureza trinitária, pois envolve o Pai, o Filho e o Espírito Santo.”
By John Stott
Fonte do original em inglês: http://www.langhampartnership.org/2007/08/06/john-stott-address-at-keswick

Receita da Semana





Receita de Bolo de Fubá Tradicional
(Receita retirada do site M de mulher)

Ingredientes:
. Quatro xícaras (chá) de leite
. Três ovos
. Duas xícaras (chá) de açúcar
. Uma e 1/2 xícara (chá) de fubá
. Uma colher (sopa) de fermento em pó
. Uma colher (sopa) de margarina
. Meia xícara (chá) de côco ralado
Modo de Fazer:
1. Aqueça o forno a 180 º C. 

2. No liquidificador, bata o leite, os ovos, o açúcar, o fubá, o fermento, a margarina e o côco ralado.

3. Ponha em uma forma retangular, untada com margarina, e leve ao forno durante 35 minutos ou até dourar. 
Dica: na hora de servir, salpique côco ralado ou açúcar de confeiteiro.