sexta-feira, 3 de abril de 2015

Páscoa 2015







 

Caras leitoras, estamos comemorando a Páscoa. Essa data me traz boas recordações da minha infância em família e da minha juventude, quando estava envolvida no Ministério de Louvor e pude participar de diversas Cantatas sobre o tema, me emocionando em cada uma delas.

Relembrar o sacrifício do nosso Senhor Jesus faz bem à alma. Cheguei a essa conclusão, percebendo que me faz falta esse tempo de contrição, sacrifício (jejum) e comunhão. Tenho passado um tempo longe da maior parte dos meus familiares e ainda não escolhi uma nova igreja local para frequentar, portanto, nos últimos dois anos,  privei-me de vivenciar a “Semana Santa” como eu gostaria. Todavia, tal contingência não me impede de relembrar o milagre da ressurreição, o significado da cruz e poder celebrar!

Celebrar a vida! Celebrar a salvação em Cristo! Celebrar a família amorosa que Deus me deu! Celebrar o fato de ter sido escolhida como herdeira do Reino dos Céus! Enfim, me alegrar no Senhor!

Nesse clima de regozijo pelo milagre da ressurreição, gosto de transformar nosso Café da Manhã do domingo de Páscoa num Culto em Família: coloco uma mesa temática, com direito a coelhinhos, ovos, cruz e flores; gosto de servir um café gostoso, fugindo totalmente da minha dieta, servindo bolos, doces, colombas, muito chocolate, panquecas e ovos de todos os gostos e tamanhos; quando todos estão sentados, meu esposo costuma fazer uma reflexão sobre o sentido da Páscoa e cada um de nós faz uma oração de gratidão; após esse momento, meus filhos são desafiados a encontrarem alguns ovinhos de chocolate espalhados pela sala e, por fim, cada um abre o seu ovo maior de chocolate, tomando o café da manhã em família.

Aqui em casa, associar coelhinhos e ovos de chocolate com o real sentido da Páscoa, sempre foi tarefa fácil. Aliás, no Natal, também mantemos alguns costumes que certos cristãos consideram paganismo. Creio que tais polêmicas não devem roubar o valor de cada uma dessas datas especiais.

Se não for escândalo para ninguém de casa, não tem problema, como lemos em Romanos 14:22 – “Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.”  
Nessas ocasiões especiais, acho importante cada família criar a sua própria comemoração, mantendo um clima de alegria e comunhão. Afinal, o mais importante na Páscoa é sermos gratos pelo sacrifício que Jesus fez na cruz para nos dar vida eterna e apropriar-nos dessa vida abundante que Ele nos dá.

Feliz Páscoa!

Dica de Leitura














Título: A Identidade da Mulher

Autor: Ana Maria de Brito Almeida

Editora: Sara Brasil

Ano: 2015

Número de Páginas: 103

Receita da Semana



 




Suco para Melhorar a Disposição
(Receita enviada por Bruna Faria)

Ingredientes:

  • Uma cenoura pequena
  • Duzentos ml de água ou água de côco
  • Um punhado de salsa picada
  • Um punhado de erva doce


Modo de Fazer:

Bata a cenoura com a água e coe.

Volte o suco coado para o liquidificador e acrescente a salsa e a erva doce.

Bata com gelo e beba a seguir.


Versículo da Semana







 

“Porque foi para isto mesmo que Cristo morreu e tornou a viver, para ser Senhor tanto de mortos como de vivos."

(Romanos 14:9)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Minha Experiência da Mesa








Caras leitoras, cresci em uma família unida e muito festiva. A casa da minha mãe Alpina recebia o apelido carinhoso de “Casa da Mesa Posta”. A qualquer hora do dia que você entrasse na casa da minha mãe, a mesa estava posta. 

Sentar com ela na mesa para um lanche da tarde, uma refeição ou um café com bolo e rosca era sempre uma opção convidativa.

A nossa casa vivia cheia. Além dos parentes e hóspedes frequentes, muitos amigos, familiares e irmãos da igreja frequentavam nossa casa e davam à minha mãe o prazer da companhia e de uma boa prosa.

A nossa casa em Brasília ficava na rua denominada W3 Sul - 708. Era uma localização central e também uma passagem para vários destinos da cidade. Sendo assim, muitas pessoas ligadas a nós costumavam fazer uma visitinha para minha mãe, quando passavam por lá.

Cresci vendo minha mãe colocar a mesa com muito capricho. Ela amava objetos em prataria e estanho!

Ela não era uma cozinheira de mão cheia, todavia, era extremamente caprichosa e tinha um bom gosto enorme para montar a mesa e receber convidados. Os forros de linho eram engomados com cuidado e a rotina de limpeza semanal da prataria dava muito trabalho para nossas colaboradoras domésticas.

Quando havia uma ocasião especial, ela arrumava a mesa sobre o tema da ocasião: na Páscoa, por exemplo, nossos pratos e canecas tinha estamparia de coelhinhos; no Natal, nosso guardanapo de linho chegava dentro de um envelope de tecido vermelho e renda; no nosso aniversário, recebíamos um porta-guardanapos de prata com nosso nome gravado.

Sempre orávamos antes das refeições, independentemente da presença ou não, de algum convidado de fora. Meu pai não era evangélico, mas respeitava esse costume à mesa.

Enfim, tenho muitas lembranças positivas ao redor da mesa redonda de Jacarandá da casa de minha mãe e acredito que as boas experiências que tive na infância e adolescência no meu lar, muito me ajudaram a valorizar tais momentos e repetir algumas dessas experiências como mãe e esposa.

Pois bem, nessa última semana de janeiro, lendo um livro intitulado “A Experiência da Mesa”, de autoria de Devi Titus, tive a enorme satisfação de concordar com os aspectos salientados pela autora sobre a importância de fazermos refeições em família e encararmos a “mesa” como um local de bênção, onde temos a oportunidade de estar com O Pão da Presença – Jesus e desfrutarmos momentos ricos de comunhão e crescimento pessoal.

A autora cita algumas pesquisas realizadas por universidades norte-americanas em que se comprova o valor dessas refeições em família. Ela apresenta também alguns significados bíblicos da “mesa” no Velho e Novo Testamentos e nos estimula a adotarmos o hábito de sentarmos à mesa periodicamente para refeições em família.

No próximo Post darei mais detalhes apresentados nesse livro que tanto me inspirou.