domingo, 28 de abril de 2013

Dicas de Felicidade







Caras leitoras, espero  que tenham gostado da entrevista com o Dr. Selligman, apresentada nos últimos Posts, dando-nos uma idéia inicial sobre o campo da Psicologia Positiva. Aprendi muito sobre atitudes que facilitam nossa busca pela Felicidade, compreendendo um pouco mais como desenvolver alguns  mecanismos intrínsecos nessa direção.

Se pensarmos um pouco sobre Felicidade, percebemos que trata-se muito mais de uma postura a tomar, face aos acontecimentos da vida, que de um “estado mental” ou “estado de espírito”, não é mesmo? Trata-se de algo intencional e que pode ser desenvolvido e aperfeiçoado ao longo da nossa caminhada.

Isso para mim é um consolo, pois confesso que, durante boa parte da minha existência, tive a tendência de pensar sempre nas dificuldades e empecilhos, num primeiro momento, alimentando um lado nocivo de meus pensamentos e me tornando uma pessoa medrosa e insegura. Somente na idade adulta, consegui reverter tais processos mentais e me fortalecer com a Palavra de Deus e com pensamentos mais saudáveis e otimistas. Sei que é um esforço de médio e longo prazo, mas tem valido a pena!

Pois bem, visando nos auxiliar nessa busca incessante, escolhi uma simples mensagem visual para o Post dessa semana ilustrando e resumindo muito bem o que estou falando.

Convido-as a lerem essa mensagem com calma, refletindo em cada uma das linhas, no intuito de colocar em prática tais dicas, buscando viver cada dia mais perto da Felicidade.





Receita da Semana









Recheio de Baba de Moça
(Receita retirada do site Tudo Gostoso)




Ingredientes:
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 vidro de leite de coco
  • 3 gemas
  • 1 xicara de chá açúcar


Modo de Fazer:

Leve ao fogo até engrossar um pouco.
Mexer até aparecer o fundo da panela.
Despejar em um pirex e deixar esfriar.
Está pronto para por em seus bolos ou acompanhar alguma sobremesa.

Dica de Leitura









Título: Vivendo com Propósitos

Autor: Ed René Kivitz

Ano: 2006

Número de páginas: 268

Editora: Mundo Cristão

domingo, 21 de abril de 2013

Psicologia Positiva (parte III)







Caras leitoras, encerramos hoje a entrevista com o Professor Dr. Martin Selligman, sobre Psicologia Positiva. Espero que vocês tenham gostado do tema e possam colocar em prática alguns conselhos e recomendações desse autor. Prometo voltar a esse tema instigante num futuro próximo, pois ainda tenho muito que aprender nessa área.


Entrevista – Parte III:

Veja – As mulheres sofrem duas vezes mais de depressão que os homens. Elas são mais infelizes que eles?
Seligman – As mulheres são mais deprimidas, mas, curiosamente, também experimentam mais emoções positivas que os homens. Talvez isso se deva em parte à biologia e em parte à disposição feminina de falar mais abertamente de suas emoções – o que pode ser considerado um dado cultural.

Veja – Os velhos tendem a ser mais infelizes?
Seligman – Até a década de 60, acreditava-se que a felicidade estava associada à juventude e também a um bom nível de instrução. Essa idéia foi negada pela experiência. Velhos que tiveram uma boa vida dificilmente encontram motivos para ser infelizes – e pessoas menos cultas podem achar a felicidade dentro de suas possibilidades. Como digo no meu livro, embora o nível de instrução seja um dos melhores meios para aumentar os rendimentos, ele não é necessariamente causa de aumento da felicidade. A inteligência também não influencia a felicidade, seja para mais, seja para menos.

Veja – E os religiosos?
Seligman – Quem pratica uma religião é claramente menos predisposto a usar drogas, a se divorciar e a cometer crimes e suicídio. Costuma ser também mais saudável e viver mais. A relação direta entre fé religiosa e esperança no futuro acaba por afugentar o desespero e aumentar a felicidade. Mas essa não é, evidentemente, uma receita para todo mundo.

Veja – O número maior de deprimidos no mundo não seria proporcional ao aumento do número de pessoas que buscam uma felicidade que simplesmente não existe?
Seligman – A depressão é dez vezes mais freqüente hoje do que era em 1960. Ela também ataca cada vez mais cedo. Acredito que o que aconteceu foi um excesso de confiança nos atalhos que prometem a felicidade imediata: drogas, consumismo e sexo casual, entre outros exemplos. Tudo isso é fruto do narcisismo. E o narcisismo pode levar à depressão. Preocupar-se demais consigo próprio só faz intensificar tendências depressivas. Os profissionais da auto-ajuda vivem apregoando que todo mundo deve "entrar em contato com seus sentimentos". Ora, há limite para isso. Talvez fôssemos mais felizes se nos preocupássemos mais com o outro.

Veja – Hoje em dia, até mesmo pela eficácia dos tratamentos dos transtornos mentais, não existiria uma espécie de obrigação social de ser feliz?
Seligman – A felicidade não deve ser vista como uma meta obrigatória, embora seja natural querer ser feliz. O fato de haver tratamentos mais eficazes contribui para o alívio de certos tipos de infelicidade, mas eles não são garantia de que o mundo será um mar de rosas. Muito da felicidade que encontramos na vida é efeito colateral daquilo que fazemos. Por exemplo, diversos casais me procuram porque querem restabelecer a intimidade com seus parceiros. Essa intimidade, contudo, não se consegue por meio de remédios ou algo que o valha. Ela é conseqüência de uma mudança de atitude. Um casal feliz faz coisas positivas junto, de maneira espontânea, sem se preocupar se aquilo será motivo de felicidade ou não.

Veja – É possível ensinar alguém a ser feliz?
Seligman – É justamente esse o objetivo do meu trabalho: ensinar as pessoas a ser felizes e como intensificar essa felicidade. A mais agradável das tarefas de um pai – e eu diria que é até a principal – é desenvolver os traços positivos em seus filhos, em vez de apenas tentar apagar os negativos. É isso que garante às crianças os recursos para que se tornem adultos produtivos, equilibrados e satisfeitos. Felizes, enfim.