sábado, 20 de outubro de 2012

Dica de Leitura
















Título: Estátua de Sal

Autor: Ana Maria Almeida

Número de Páginas: 28

Ano: 2008

Editora: Sara Brasil 

Versículo da Semana















“Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e deleita-se no seu caminho.” 

(Salmos 37: 23)

domingo, 14 de outubro de 2012

Dez dicas para se criar um Delinquente











Caras leitoras, como estamos na Semana da Criança, em clima de presentear e comemorar essa data tão alegre com nossas crianças e jovens, resolvi postar uma mensagem que havia lido há uns anos atrás e que me chamou atenção pelo título inusitado: dez dicas para se criar um delinquente. Curiosamente, descobri que tais conselhos foram elaborados pelo Departamento de Polícia de Houston – Texas, como um alerta aos pais que, muitas vezes, pensando estar ajudando seus filhos, os estão prejudicando. Tais conselhos foram baseados nos relatos diários de tal departamento e nos inúmeros casos recorrentes de “delinquentes produzidos” oriundos de contextos os mais diversos. Recomendo a leitura e peço a Deus que nessa Semana da Criança Ele renove sobre nossos lares todo amor, discernimento e sabedoria para educarmos nossos filhos a fim de que sejam bênção nesse mundo tão incerto. Feliz Dia da Criança!

1. Comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim quando ele crescer acreditará que o mundo tem a obrigação de lhe dar tudo o que deseja...

2. Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso fará considerar-se interessante...

3. Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 2 anos e decida por si mesmo...

4. Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar aos outros toda a responsabilidade...

5. Discuta com freqüência na presença dele. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde...

6. Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro. Por que terá ele de passar pelas mesmas dificuldades que você passou?

7. Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar frustrações prejudiciais...

8. Tome o partido dele contra vizinhos, professores, policiais... Todos têm má vontade para com seu filho...

9. Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: nunca consegui dominá-lo...

10. Prepare-se para uma vida de desgosto. É o seu merecido destino.




Fonte: Departamento de Polícia de Houston, Texas, Estados Unidos. 





Receita da Semana








Receita de Banana com Chocolate
(Receita retirada do Blog M de Mulher)

Ingredientes
. Seis bananas nanicas maduras
. 250 gramas de chocolate ao leite picado
. Chocolate granulado a gosto
Modo de Fazer
Deixe as bananas com casca no freezer durante 3 horas no mínimo. Derreta o chocolate em banho-maria. Deixe esfriar e coloque em copo alto. Retire as bananas do freezer, tire as cascas e corte-as ao meio. Espete palitos de sorvete, banhe-as no chocolate e seguida cubra com chocolate granulado. Coloque-as em um prato e leve a geladeira até firmar. Sirva em seguida.
Dica: as bananas devem ser consumidas no mesmo dia de preparo.

Dica de Filme














Título: O Terminal

Diretor: Steven Spielberg

Elenco: Tom Hanks; Diego Luna; Stanley Tucci; Chi McBride; Catherine Zeta-Jones; Barry Shabaka Henley;Zoe Saldana

Sinopse: Tom Hanks é um imigrante da República da Krakozia, uma cidade na Europa Oriental, que desembarca em um aeroporto em Nova York no exato momento em que um golpe militar acende uma guerra civil em seu país. Conseqüentemente, seus documentos, como passaporte, são inválidos até que a situação se ajeite. Sem casa e sem documentos, ele passa a morar no próprio terminal, interagindo com os funcionários do lugar e até se apaixonando por uma aeromoça local.

Versículo da Semana
















“Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe, porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.” 

(Provérbios 1: 8-9)

sábado, 6 de outubro de 2012

O Paradigma: Tornando-nos Mais Semelhantes a Cristo (parte III)





“Precisamos ser semelhantes a Cristo em sua Encarnação no que diz respeito à sua admirável humildade, uma humilhação auto-imposta que está por trás da Encarnação. Em segundo lugar, precisamos ser semelhantes a Cristo em sua prontidão em servir. Agora, passemos de sua Encarnação à sua vida de serviço; de seu nascimento à sua vida; do início ao fim. Quero convidá-los a subir comigo ao cenáculo onde Jesus passou sua última noite com os discípulos, conforme vemos no evangelho de João, capítulo 13: “Tirou a vestimenta de cima e, tomando uma toalha, cingiu-se com ela. Depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido”. Ao terminar, retomou seu lugar e disse-lhes: “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo” — note-se a palavra — “para que, como eu vos fiz, façais vós também”. Há cristãos que interpretam literalmente esse mandamento de Jesus e fazem a cerimônia do lava-pés em dia de Ceia do Senhor ou na Quinta-feira Santa — e podem até estar certos em fazê-lo. Porém, vejo que a maioria de nós fez apenas uma transposição cultural do mandamento de Jesus: aquilo que Jesus fez, que em sua cultura era função de um escravo, nós reproduzimos em nossa cultura sem levarmos em conta que nada há de humilhante ou degradante em o fazermos uns pelos outros. Em terceiro lugar, temos de ser semelhantes a Cristo em seu amor. Isso me lembra especificamente Efésios 5:2: “Andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave”. Observe que o texto se divide em duas partes. A primeira fala de andarmos em amor, um mandamento no sentido de que toda a nossa conduta seja caracterizada pelo amor, mas a segunda parte do versículo diz que ele se entregou a si mesmo por nós, descrevendo não uma ação contínua, mas um aoristo, um tempo verbal passado, fazendo uma clara alusão à cruz. Paulo está nos conclamando a sermos semelhantes a Cristo em sua morte, a amarmos com o mesmo amor que, no Calvário, altruistamente se doa. Observe a idéia que aqui se desenvolve: Paulo está nos instando a sermos semelhantes a Cristo na Encarnação, ao Cristo que lava os pés dos irmãos e ao Cristo crucificado. Esses três acontecimentos na vida de Cristo nos mostram claramente o que significa, na prática, sermos conformes à imagem de Cristo. Em quarto lugar, temos de ser semelhantes a Cristo em sua abnegação paciente. No exemplo a seguir, consideraremos não o ensino de Paulo, mas o de Pedro. Cada capítulo da primeira carta de Pedro diz algo sobre sofrermos como Cristo, pois a carta tem como pano de fundo histórico o início da perseguição. Especialmente no capítulo 2 de 1 Pedro, os escravos cristãos são instados a, se castigados injustamente, suportarem e não retribuírem o mal com o mal. E Pedro prossegue dizendo que para isto mesmo fomos chamados, pois Cristo também sofreu, deixando-nos o exemplo — outra vez a mesma palavra — para seguirmos os seus passos. Este chamado para sermos semelhantes a Cristo em meio ao sofrimento injusto pode perfeitamente se tornar cada vez mais significativo à medida que as perseguições se avolumam em muitas culturas do mundo atual. No quinto e último exemplo que quero extrair do Novo Testamento, precisamos ser semelhantes a Cristo em sua missão. Tendo examinado os ensinos de Paulo e de Pedro, veremos agora os ensinos de Jesus registrados por João. Em João 17:18, Jesus, orando, diz: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”, referindo-se a nós. E na Comissão, em João 20:21, Jesus diz: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”. Estas palavras carregam um significado imensamente importante. Não se trata apenas da versão joanina da Grande Comissão; é também uma instrução no sentido de que a missão dos discípulos no mundo deveria ser semelhante à do próprio Cristo. Em que aspecto? Nestes textos, as palavras-chave são “envio ao mundo”. Do mesmo modo como Cristo entrou em nosso mundo, nós também devemos entrar no “mundo” das outras pessoas. É como explicou, com muita propriedade, o Arcebispo Michael Ramsey há alguns anos: “Somente à medida que sairmos e nos colocarmos, com compaixão amorosa, do lado de dentro das dúvidas do duvidoso, das indagações do indagador e da solidão do que se perdeu no caminho é que poderemos afirmar e recomendar a fé que professamos”.
By John Stott
Fonte do original em inglês: http://www.langhampartnership.org/2007/08/06/john-stott-address-at-keswick